"Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido" Malcom X

sábado, 31 de outubro de 2009

Reunião Extraordinária da CPC-DF

 Terça, 03 de novembro, na Fenajufe às 19h
 
Reunião EXTRAORDINÁRIA para discuitir
REGIMENTO da Confecom DF.
 
Auditório FENAJUFE – SCS Quadra 01 Bloco “C” Edifício Antônio Venâncio da Silva 14º Andar. Telefone: 33237061

DISCURSO DO MINISTRO DE RELAÇÕES EXTERIORES DE CUBA

DISCURSO DO MINISTRO DE RELAÇÕES EXTERIORES DE CUBA, BRUNO RODRÍGUEZ PARRILLA NA ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU, SOBRE O TEMA "Necessidade de pôr fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelo Estados Unidos contra Cuba
(NOVA YORK, 28 DE OUTUBRO DE 2009) .


Senhor Presidente, senhores Representantes Permanentes e Delegados:


Alexis Garcia Iribar nasceu em Cuba, na província de Guantánamo, com uma doença cardíaca congênita. Já com 6 anos de idade, depois de sucessivos adiamentos e de complicações, teve que ser operado em 9 de março de 2009, com o coração aberto, porque o governo dos Estados Unidos proíbe que as empresas NUMED, AGA e Boston Scientific vender a Cuba os dispositivos Amplatzer e Embolização Coil para o cateterismo pediátrico que substitui a cirurgia. Eu poderia citar outros 12 casos, com idades entre 5 meses e 13 anos, todos tratados com um procedimento semelhante há um ano e meio, e dois deles em 20 de janeiro.

As crianças cubanas que sofrem de leucemia linfoblástica e rejeitam a medicação padrão não podem ser tratadas com o produto norte-americano "Elspar" criado especificamente para os casos de intolerância. Como resultado, sua expectativa de vida é reduzida e aumenta o seu sofrimento. O governo dos E.U.A. proíbe a empresa Merck and Co. fornecimento para Cuba.

Não é possível adquirir um equipamento analisador de genes, essenciais para o estudo da origem do câncer de mama, cólon e próstata, produzido pela Applied Biosystems (ABI).


Lactalis USA, um fornecedor de produtos lácteos, foi multado em 20 mil dólares pelo governo Eestadunidense.


Desde a eleição do presidente Obama, não houve nenhuma alteração na aplicação do bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba. Permanece intacto.


O bloqueio continua a ser uma política absurda que provoca escassez e sofrimento. É uma violação massiva, flagrante e sistemática dos direitos humanos. Na Convenção de Genebra de 1948, é definido como um ato de genocídio. É eticamente inaceitável.


O bloqueio é um ato arrogante e ignorante. Recentemente, o governo norte-americano impediu a Orquestra filarmônica de Nova York de se apresentar em Cuba. Artistas cubanos não podem receber remuneração por suas apresentações ao público norte-americano. Como a criação artística pode ser considerada um crime?


A Microsoft bloqueou o acesso ao Windows Live para Cuba, porque, segundo se lê ao abrir a ferramenta, assim é "para os usuários em países sob embargo dos E.U.A.” O mesmo se aplica as páginas da Web "Cisco Systems", "SolidWorks" e "Symantec".


O bloqueio restringe a banda larga e a conectividade em Cuba. Se proíbe nossa conexão aos cabos submarinos de fibra óptica que passam ao longo das nossas costas.


Por que o governo E.U.A. impede o livre fluxo de informações e o acesso às novas tecnologias?


Mas essas proibições, desumanas e inapropriadas nesta época, não se aplicam apenas a Cuba, mas também a todos os países que vocês representam.


Philips Medical descumpriu o fornecimento de peças sobressalentes para equipamentos médicos comprados no valor de $ 72,7 milhões, instalados em Cuba e na Venezuela. Ela também foi multada em duzentos mil dólares. É uma empresa da Holanda a que o governo estadunidense aplica, extraterritorial, o bloqueio.


Hitachi diz que não pode vender a Cuba um microscópio eletrônico de transmissão, que é essencial em estudos de anatomia patológica, e a Toshiba diz o mesmo sobre uma câmara-gama, equipamentos de ressonância magnética e ultra-som de alta precisão. Estas são as empresas no Japão em que os Estados Unidos aplicam o bloqueio.


À Sensient Flavors, do setor de alimentos, o governo E.U.A. exportar para Cuba, mas é uma filial registrada e com sede no Canadá.


A Siemens, empresa alemã, nos recusou a vender um transformador de 125 MVA, segundo eles, porque tem "a obrigação de seguir algumas regras dos Estados Unidos". Sua subsidiária, com sede na Dinamarca, não poderia fornecer equipamentos para uma fábrica de cimento em Cuba sob proibição E.U.A.


Na Austrália e Nova Zelândia Bank Group (ANZ), com sede na Austrália, recebeu uma multa milionária por fazer negócios com Cuba.


Para 1941 os navios atracados em Cuba, entre julho de 2008 e 2009, foram proibidos de entrar em portos norte-americanos por cento e oitenta dias.


No Relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas, incluindo o que foi apresentado por Cuba, existem muitos outros exemplos.


Os representantes E.U.A. estão mentindo quando dizem que o bloqueio é uma questão bilateral. A aplicação extraterritorial das leis do bloqueio, como o "Helms-Burton" e "Torricelli" contra os Estados representados aqui, é uma violação grave do direito internacional, à Carta das Nações Unidas, à liberdade de comércio e navegação. No último período, as medidas do bloqueio foram aplicadas contra, pelo menos, 56 países. Assim, cabe à Assembléia Geral lidar com esta questão.


76% dos norte-americanos, de acordo com pesquisas recentes das instituições deste país, se opõe ao embargo. Ignorar a vontade de mudar e manter o bloqueio é antidemocrático.


Em tempos de desemprego e crise econômica, os empresários norte-americanos têm proibido o mercado cubano. Eles são proibidos de investir em Cuba. Companhias do mundo não têm concorrência norte-americana em Cuba, porque o governo E.U.A. proíbe.

 
O que teria de errado que os norte-americanos tenham acesso a produtos cubanos? A quem iria prejudicar abrir novos postos de trabalho nos portos dos E.U.A. como resultado do desenvolvimento das relações comerciais normais entre os dois países? Porque os norte-americanos não podem ter acesso aos medicamentos cubanos de última geração para o câncer ou diabetes, e as tecnologias para produzi-los, disponível apenas em Cuba? Por que a empresa Bacardi, que pagou o lobby da Lei Helms-Burton, evita a concorrência e força os norte-americanos a comprar mais caro, uma imitação pobre de rum cubano? Por que um charuto deve ser inatingível e exótico neste país?

O presidente dos Estados Unidos pareceu preso ao passado, quando em 11 de setembro prorrogado por mais um ano o bloqueio baseando-se "no interesse nacional dos Estados Unidos" e com base na Lei de Comércio com o Inimigo de 1917, que se aplica apenas em situações de guerra, e vigente unicamente contra Cuba.


Nenhuma pessoa séria pode argumentar que Cuba é uma ameaça à segurança nacional da única superpotência. Toda a nossa força é a do direito, da verdade e da razão. Parar a inclusão espúria de Cuba na lista de suspeitas de Estados patrocinadores do terrorismo, que é o suporte de algumas medidas do bloqueio e conceder a liberdade aos Cinco Heróis antiterroristas presos injustamente nesse país.


Cuba abriu seu espaço aéreo e aeroportos em 11 de setembro de 2001, de modo que qualquer aeronave estadunidense tinha um lugar para pousar, e ofereceu desde plasma e pessoal de saúde, e em seguida antibióticos e equipamentos contra o antraz, e voltou a fazer uma generosa oferta de médicos quando o furacão Katrina atingiu Nova Orleans.


Cuba é o país hospitaleiro que convida os norte-americanos a visitá-la, chama à cooperação intelectual, acadêmica, científica e ao rico debate, chama seus artistas para construir pontes e as empresas norte-americanas ao comércio e ao investimento.


Senhor Presidente:
Nós todos aplaudimos, alguns dias atrás, quando o presidente Obama disse nesta tribuna: "O direito internacional não é uma promessa vazia (...) Nenhum país pode dominar outras nações."


Não é nem pode ser aceitável para a comunidade internacional que aqueles que governam em Washington sentem-se com a autoridade para aplicar medidas econômicas coercitivas e leis extraterritoriais, contra Estados soberanos.


O presidente Obama tem a oportunidade histórica de liderar a mudança na política para Cuba e para a eliminação do bloqueio. Ele ainda tem os poderes de execução que lhe permitem, agora e por si próprio, alterar o pedido do bloqueio mediante "licenças gerais”, isenções ou dispensas, exceções por razões humanitárias ou de interesse nacional, mesmo sem que fossem mudadas as leis que estabelecem proibições.


Quem se opôe, e desafia com razão o egoísmo e a insensibilidade da direita conservadora, como o presidente Obama fez no Congresso, porque "... um homem de Illinois perdeu sua cobertura (seguros) no meio de quimioterapia ... e morreu por causa dela não podia, sem violar a uma ética elemental, impedir que as crianças cubanas que sofrem de câncer ou doença cardíaca, recebam medicamentos e equipamentos médicos.


O bloqueio de Cuba é também, usando as palavras do senador Edward Kennedy sobre a reforma da saúde, "uma questão moral" que põe a prova testes de "caráter" dos Estados Unidos da América.


Senhor Presidente:
É verdade que Cuba adquire grandes volumes de produção agrícola nos Estados Unidos. No entanto, os representantes dos E.U.A. mentem quando dizem que esse país é um parceiro comercial de Cuba e silenciam que essas operações violam as normas do sistema de comércio internacional, com pagamentos em dinheiro e antecipadamente, sem acesso ao crédito privado pela proibição do transporte de cargas em embarcações cubanas, com procedimentos caros e discriminatórios e que enfrentam constantes manobras para apreender a carga. Ele não pode ser chamado de operações de comércio sem a menor reciprocidade para Cuba exportar seus produtos para os Estados Unidos. Um país que bloqueia outro país não pode ser um parceiro de negócios.


É uma vergonha que os representantes do governo dos E.U.A. Mintam ao dizer que este país é o maior doador de ajuda humanitária a Cuba. Os dados utilizados são falsos. Misturam, em números fantasiosos e maliciosos, a quantidade de supostas licenças e operações que não produzem, e que ocorrem com a ajuda de exilados cubanos que vivem aqui, enviadas por seus próprios esforços, de suas famílias. Sucessivas administrações dos E.U.A. têm perseguido e assediado ONGs que enviam ajuda humanitária a Cuba e, como resultado, a metade deles pararam.


Nem mesmo um ano atrás, quando Cuba foi devastada por três furacões que causaram perdas equivalentes a 20% do nosso PIB, a administração Bush respondeu ao nosso pedido para que as empresas dos E.U.A., excepcionalmente, nos vendessem materiais de construção, telhados e empréstimos privados.


Senhor Presidente:
Os delegados dos Estados Unidos, em várias reuniões, indicaram as medidas tomadas pelo seu governo para eliminar as restrições mais brutais que aplicou George W. Bush às viagens dos emigrantes cubanos e o envio de ajuda aos seus familiares, bem como a retomada das conversações bilaterais sobre a migração e a mala direta.


Essas ações são positivas, mas extremamente limitadas e insuficientes. A realidade é que nem mesmo voltou à situação que prevaleceu até o início de 2004, quando a América do Norte permitiu um certo nível de intercâmbio acadêmico, cultural, científico, desportivo com homólogos cubanos, que continuam proibidos.


Algumas propostas vagas na área de telecomunicações são simplesmente inaplicáveis, enquanto não forem eliminadas algumas das restrições em vigor e pôr fim à prática de roubar fundos cubanos das operações no campo, congelados em bancos norte-americanos, na implementação das decisões de juízes venais que violam suas próprias leis.


Ao restaurar o direito dos residentes de origem cubana de viajar para a ilha , resulta ainda mais absurdo a proibição de norte-americanos viajarem a Cuba, o único lugar vetado a eles em todo o planeta. Os cidadãos norte-americanos que pagam impostos não têm a liberdade de viajar à Cuba, apesar da Constituição estadunidense supostamente garanti-lo. Os norte-americanos não têm direito de receber informações em primeira mão sobre Cuba.

TRADUÇÃO: DANIEL OLIVEIRA (PCB/MG)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Parabéns internet!

SAN FRANCISCO, EUA — Há 40 anos, Leonard Kleinrock estava longe de imaginar que fenômenos sociais planetários como Facebook, Twitter ou Youtube nasceriam a partir do invento que acabava de criar junto com sua equipe: a internet.

"Nos surpreendemos constantemente com as aplicações que surgem", contou à AFP, enquanto se preparava para soprar nesta quinta-feira, junto a outros colegas, as 40 velinhas de seu "bebê", na Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA).

"É uma adolescente agora", celebrou. "Ainda há um longo caminho a percorrer. Comporta-se de forma imprevisível, mas deu muitas satisfações a seus pais e comunidade".

No dia 29 de outubro de 1969, o professor Kleinrock estava à frente da equipe que conseguiu, pela primeira vez, fazer "falar" um computador da UCLA com o de um instituto de pesquisa.

Estava guiado pela certeza de que os computadores estavam destinados a comunicar-se entre si e que a rede que surgiria deveria ser tão simples de utilizar como um telefone.

O professor chegou a escrever sua ideia em 1962, num texto universitário que logo publicou.

Kleinrock está convencido de que ainda falta muito para se ver na internet.

"A próxima etapa é fazê-la entrar no mundo real", imagina. A "Internet estará presente em todas as partes. Vou entrar numa casa que saberá que estou lá. Vai falar comigo".

NASSIF

A palestra com o Nassif foi a melhor até agora. Especialmente porque, conhecendo-o de perto, vi o quanto ele é acessível e absolutamente humilde em ouvir a todos e refletir sobre cada opinião, mesmo que pareça confusa ou excessivamente leiga. Vou postar a foto em breve (esqueci minha câmera).

O mais interessante, já para adiantar, é que concordamos que o grande desafio agora da blogosfera é conseguir fazer jornalismo tentando distinguir das colunas de opinião em que se tornaram a maioria dos grandes jornais. Uma forma sugerida pelos três (Paulo Henrique Amorim, Azenha e Nassif) seria uma espécie de agência em que jornalistas fariam o trabalho de captação das notícias de forma colaborativa.

Aliás, esse é o grande medo agora dos jornais. Algumas redações já estão proibindo seus funcionários a manterem blogs ou pertencerem à redes sociais como o twitter.

Se o jornal impresso vai acabar, eu ainda não sei. Mas que o jornalismo vive um momento inédito do qual ninguém pode prever o resultado, isso todo mundo concorda. É uma nova era que, dentre outras coisas, chama à reflexão sobre o papel da profissão, o jornalista como um prestador de serviço.

Uma coisa é certa. Muito em breve não haverá espaço para notícia falaciosa. Já que no mesmo momento em que ela for publicada (como aliás, já acontece só que em escala ainda tímida), logo uma avalanche de twitters, posts e afins irão invandir a mídia, atingindo em cheio a opinião pública.

É esperar pra ver.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Cinema - Memória viva

Encontrei no oráculo da vida moderna o seguinte curta produzido pelo Glauber Rocha.
Só posso dizer que amo o cinema por isso.

Desinformação

Quero citar dois exemplos de como a TV pode prestar um desserviço quando seus apresentadores ou "jornalistas" resolvem dar opinião sobre coisas sobre as quais eles absolutamente desconhecem.

Há alguns dias, estava zapeando pelos canais quando vi uma reportagem no programa da Ana Maria Braga que acompanhava as enchentes em SP. Em dado momento, depois da repórter mostrar e entrevistar alguns desabrigados, a apresentadora iniciou um discurso mais ou menos assim: "gente, eu sei que é difícil, mas quando a Defesa Civil chegar na sua casa, não fica, muda daí, sai porque a casa pode cair". Olha, me desculpem os que acham que isso é informação relevante à ser oferecida na TV, mas essa senhora não tem a menor idéia do que é uma favela. Ela deve estar pensando que é uma meia dúzia de barracos. Ou então, quem sabe, pretende oferecer o quintal de sua bela casa para abrigar as milhares de famílias que vivem em situação de risco eminente.

Claro que não quero com isso desqualificar o trabalho da Defesa Civil. Aliás, já fui voluntária da mesma na região serrana carioca. A questão é: além de alertar a população para que saia do local, num trabalho de "apoio" à atividade da defesa civil, não deveria uma apresentadora com o alcance que tem essa sujeita na Globo todas as manhãs, ouvir os responsáveis por essas calamidades que ficam por aqui em Brasília fingindo que o problema não é deles? O caos ambiental, urbano e econômico que provoca essa calamidade é de responsabilidade de todos sim. Mas numa situação como essa, é urgente que o Estado se manifeste e rapidamente apresente soluções já que ninguém pede para morar assim, muito menos pra perder tudo desta forma. Dizer isso é desconhecer o problema. O dia que a Ana Maria Braga subir o morro, pra conduzir seu programa lá de cima e não de dentro do seu confortável estúdio no Projac, começarei a acreditar que ela pretende querer enxergar o público para o qual ela fala todos os dias de manhã.

Daí hoje, qual não foi minha surpresa assistindo o Jornal da Record pela manhã. Não me lembro o nome da âncora mas a reportagem era sobre a rebelião no presídio de menores, da Fundação Casa de SP. Quando a câmera volta para a âncora na bancada, aliás, âncoras porque eram duas antas à conduzirem o jornal. Uma começa a comentar com a outra, à despeito das declarações de promotores e familiares dos menores. Esses últimos, reclamavam da falta de cuidados, dos abusos, de relatos de que os meninos apanham durante a noite, têm seus pertences como sabonetes e roupas retirados acintosamente pelos agentes.O representante do MP, falava sobre as investigações que pretendem apurar os acontecimentos e identificar e punir os responsáveis.

As referidas "colegas", em seguida, começaram a comentar entre si "quem irá pagar os colchões que eles queimaram",  "mas e os objetos que eles quebraram dentro da cadeia"? Pois vou fazer o favor de responder às moçoilas: vocês! Nós, iremos pagar!!! E sabe porque? Porque é isso que está na Constituição!! Vocês podem, de repente, sugerir que a Carta Magna seja rasgada e aí sim vocês propõem outra solução, mas até lá, esse é o formato de "higienização social" que a sociedade brasileira escolheu, tá entendendo? Ao invés de falar sobre o que não sabem, porque essas "jornalistas" também não chamam à bancada os representantes do Estado, cujo abandono produz essas crianças? Sim, porque é de uma insensibilidade nazista, creditar à mães, ou às famílias, a culpa pela ausência de políticas públicas que incham o sistema penitenciário e não dá alternativas aos meninos. Fora o ECA que é desconsiderado pelo poder público e não garante aos menores os mínimos direitos.

Sugiro voltarem para a sala de aula, para aprender o que é jornalismo e o que é coluna de opinião. Mas se quiserem mesmo ser "palpiteiras", ao invés de jornalistas, antes de culpar os meninos pelo que eles se tornaram, recomendo que leiam o livro do Falcão ou outros do gênero (existe uma vasta literatura sobre o tema). Quanto à Ana Maria, bem essa não tem jeito mesmo.

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Juliana Medeiros é jornalista e sente vergonha alheia todos os dias ao ligar a TV.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Não resisti: Técnicas infalíveis para dar prazer a uma mulher

Técnica nº 1: Mãos Molhadas
Faça sua parceira sentar-se numa cadeira confortável na cozinha. Certifique-se de que ela consiga ver muito bem tudo que você faz. Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente aromatizado para louça. Segurando uma esponja macia, submerja as mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada…
Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície. Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo. Enxágüe-o com água limpa e coloque-o para secar. Repita com toda a louça do jantar, até sua parceira ficar gemendo de prazer.

Técnica nº 2: Vibrando pela Sala
É um pouco mais difícil do que a primeira, mas, com algum treino, você fará sua parceira gritar de prazer. Cuidadosamente, apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado. Seja gentil, demonstre a ela que sabe o que está fazendo.
Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta. Vagarosamente, vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás… por todo o carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área. Vá mudando gradativamente de lugar. Repita quantas vezes for necessário, até atingir os resultados buscados.

Técnica n° 3: Camiseta Molhada
Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua perfomance a todas as amigas dela. Você precisará apenas de duas pilhas: uma pilha com as roupas brancas, outra com as coloridas. Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade que o fabricante recomenda).
Agora, sensualmente, coloque as roupas brancas na máquina… uma de cada vez…. devagar. Feche a tampa e ligue o ‘ciclo completo’. Sua companheira ficará extasiada. Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas…


Técnica nº 4: O que sobe, desce
Esta é uma técnica muito rapidinha, para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir. Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso. Ao terminar, abaixe-o novamente. Faça isso todas as vezes. Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.

A autoria é desconhecida.

A-do-rei.

Copiei do Diário de um Juiz.

O embuste do Noroeste




Acesse também o site do Santuário dos Pajés

Do Conversa Afiada - por PHA

Mulher de Gilmar vai trabalhar com advogado de Dantas. É a Grande Família !

A colonista Mônica Bergamo informa na Folha de hoje que a mulher de Gilmar Dantas vai trabalhar como “gestora na área jurídica (?) do escritório do advogado Sergio Bermudes, do Rio.”

A colonista Mônica Bergamo é excepcionalmente diligente e bem informada, até certo ponto.

Por exemplo.

Tão bem informada, ela se esquece de informar que Sergio Bermudes é um dos notáveis advogados dos 1001 advogados da milícia judicial de Daniel Dantas.

Ou seja, a mulher do juiz que, deu em 48hs, dois HC´s a Daniel Dantas vai trabalhar com o advogado de Dantas.

Viva o Brasil !

Paulo Henrique Amorim

Bando de sem noção!

Eu vou postar aqui (num update posterior porque esqueci minha câmera hoje), uma vaga para deficientes que fica em frente ao Café com Letras, local onde também trabalho. Sempre fotografo uns flagrantes por ali.

É impressionante a falta de consideração das pessoas em ver que a vaga com a logo específica para deficientes, é maior porque as pessoas que precisam de acessibilidade também precisam de espaço para se locomoverem. Ou seja, no inferno que está Brasília com a falta de estacionamentos, não só é comum ver carros de pessoas que não precisam, ocupando essa única vaga que existe ali, como sempre tem gente que aperta a mesma no cantinho, deixando apenas um espaço à esquerda, próximo à calçada, que de nada adianta se, por exemplo, a pessoa quiser sair com uma cadeira de rodas.

Puxa vida, fico indignada!! Bando de manés! Se vc não possui deficiência alguma, não vai se importar de caminhar um pouco parando seu carro mais à frente (ou mesmo dentro das quadras). Não bastam as filas duplas, a falta de educação no trânsito... E ainda tem gente que responde com o famoso: "é só um minutinho". Só que para essas, tem todas as outras opções de vagas no estacionamento. Para quem tem deficiência, só existe aquela. Aliás, o mesmo vale para banheiros públicos. Tá apertado? Espere pelas outras portas porque se chegar algum cadeirante, pode apostar, ele vai estar muito mais "apertado" que você.

Acho que amanhã posto aqui mesmo nesse post as fotos. Sinceramente? Fico com vergonha por quem faz isso quando vejo essas coisas.

Recomendo a leitura abaixo para quem não sabe do que estou falando:

Matéria do Jornal da Tarde com Mara Gabrilli, vereadora em SP.

:(



Todo ano tento ir mas não consigo. Esse ano, de novo, estarei amarrada aqui no trabalho. Mesmo assim, recomendo. Quem puder ir à SP, acesse o site. Ano que vem não vou perder.

Um exemplo de superação de vida

Do Diário do Amapá




Alguns já tinham conhecimento, mas até que a tradicional revista “Claudia” deste mês chegasse às bancas, a aguerrida deputada federal Fátima Pelaes (PMDB – AP), hoje no seu quarto mandato parlamentar, jamais havia assumido, de público, o primeiro – e mais marcante– episódio da sua vida.
Inicialmente, por entender que o fato, além de ser uma história pessoal, envolvia outras pessoas. Mas com a sanção da lei 11.942/2009, de sua autoria, que garante atendimento aos filhos das detentas no próprio presídio, e procurada pela mídia nacional, a deputada avaliou que seria a hora de abrir seu coração e tornar pública a sua história.
A mãe de Fátima, Marcionila Pelaes, na época com cinco filhas, cometeu um crime passional ao flagrar o marido na cama com a vizinha. Depois do desatino, jogou querosene sobre o próprio corpo e só não riscou o fósforo e pôs fim à própria vida porque a filha mais velha, então com 14 anos, impediu o gesto tresloucado. Marcionila foi julgada, condenada e presa.
Atrás das grades, foi abusada sexualmente e engravidou de Fátima, que nasceu dentro da penitenciária e lá ficou até três anos de idade, quando a mãe recebeu indulto de Natal. Infância difícil, comida escassa (“pão com café de manhã e mingau de açaí à noite”), Fátima sentiu a navalha na carne e demorou a elaborar. Inicialmente, porque a situação a constrangia e o preconceito a perseguia e, depois, precisou lidar com a raiva por não ter pai. Mas, como ela mesma diz (tomando emprestado verso de Carlos Drummond de Andrade), “a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”. Fátima optou por ser feliz.
 “A vida”, diz Fátima Pelaes, “não é o que acontece com a gente, mas o que a gente faz com o que nos acontece”. E ela começou a fazer. Estudou, formou-se em Sociologia, atuou em movimentos sociais, dirigiu a extinta LBA, casou-se, tem um filho, está no quarto mandato em Brasília e não pretende parar tão cedo.
Mais do que um pungente relato de dor, de falta, de perda e de ausência, a entrevista que se segue é um relato de superação, de sobrevivência e uma inesquecível lição de vida. “A dor nos ensina”, resume a deputada.
 - Por que a senhora demorou tantos anos para tornar pública essa história?
- Não é fácil tirar os fantasmas do armário e exibi-los às visitas. Muitas vezes, é uma dor tão doída que não dá para a gente verbalizar. Ser filha de ex-detenta, ter pai desconhecido, ser fruto de uma relação que não foi propriamente amorosa não é um passado fácil de ser relatado. A gente precisa de tempo, de maturidade, de sabedoria para entender que a vida é repleta de mistérios e surpresas que fogem à nossa compreensão. Mas tudo se dá no tempo do senhor. Lembra a cigarra, que leva tantos anos para se mostrar.
- De cigarras o que todo mundo sabe é que cantam enlouquecedoramente, enquanto as formigas trabalham...
- Verdade. Todos se lembram da fábula de La Fontaine. Mas poucos sabem que a cigarra tem uma gestação de 17 anos, embaixo da terra, para nascer e viver um mês. Trinta dias e já estão mortas... As formiguinhas operárias vivem, em média, sete anos, mas, em compensação, não param um só dia para descansar... E não é fascinante a lagarta, que se transforma na leve e colorida borboleta? A vida de casulo, assim como os 17 anos de gestação das cigarras, não pode ser antecipada. Faz parte do processo.
- A senhora quer dizer que os anos de silêncio sobre esse começo de vida triste foram uma espécie de casulo?
- Sob determinado aspecto, sim. Eu não queria posar de vítima nem tampouco ser acusada de fazer proselitismo sentimental para fins políticos. Talvez, por isso, eu tenha sido cigarra, embaixo da terra tantos anos. Tenha sofrido no casulo e procurei ser formiga, trabalhando dia e noite, sem parar. Eu queria superar, ir além, ser pró-ativa, me engajar em causas sociais, contribuir, transformar.
 - E conseguiu, não foi, deputada?
- Eu consegui provar que de um limão a gente pode fazer uma limonada, adoçar e dividir com o outro. A vida, afinal, é o que a gente faz dela.
- Mas não temos controle sobre tudo o que nos acontece...
- O segredo não é o que acontece com a gente, mas o que a gente faz com o que nos acontece.
- Então, além de bom senso, também é uma questão de sorte?
- A única certeza que eu tenho a respeito da sorte é que ela muda... E que a gente precisa ir em frente, perseverar, não desistir. Sempre há a possibilidade de tropeçar em algo maravilhoso ali na frente. Mas nunca vi ninguém que tivesse tropeçado em algo enquanto estava sentado... Eu não acho que sorte é um presente que cai no colo enquanto você está deitado e inerte. A sorte é uma combinação de trabalho, oportunidade, foco e circunstância.
- Foi essa combinação que a levou à vida pública?
- Eu precisava me engajar em determinadas lutas para  contribuir na superação dos problemas daqueles que, assim como eu, ainda vivem inúmeras dificuldades no seu cotidiano. Aliás, essa história de superação não é minha, é a lição que aprendi com a minha mãe, que a despeito do desatino cometido, pelo qual foi julgada e apenada, teve forças para enfrentar o fortíssimo preconceito e dar uma vida digna às filhas. Eu a amava verdadeiramente. Ela ensinou a todas nós que temos o direito de sonhar e o dever de correr atrás dos nossos sonhos. Minha mãe costumava dizer: “Dois homens olham através das grades da prisão: um vê a lama, o outro vê as estrelas.” Embora fosse analfabeta, minha mãe gostava de repetir Santo Agostinho. Vindo dela, a sentença parecia uma confissão. Mais do que isso: uma filosofia de vida.
- No seu caso, a política foi sorte, sonho ou destino?
- Sinceramente, acho que a política é uma missão, que deve e precisa ser cumprida. Com seriedade e muito amor. Se for presente, é maior do que eu mereço. Mas eu procuro, todos os dias, trabalhar tal uma formiguinha, honrar a confiança das pessoas e os sonhos nos quais acredito. Em 1992, relatei a CPI sobre o extermínio de crianças e adolescentes. Depois dela, obtivemos a garantia legal para que policiais que matassem jovens passassem a ser julgados pela Justiça como qualquer outro réu (e não na Justiça Militar, como era até então). E, o principal: conseguimos tirar das páginas policiais (ou seja, o assassinato de crianças e adolescentes), o que passou a ganhar o espaço das políticas públicas. Em 2001 e 2002, presidi a CPI que investigou a mortalidade materna no país e criei a lei que estendeu a licença-maternidade para a mãe adotiva. Neste ano de 2009 consegui uma grande vitória: em maio virou lei projeto de minha autoria, determinando que os presídios tenham um berçário decente para amamentação e uma creche para que os filhos permaneçam com as mães.  
- Mas essa lei não é polêmica?  É justo confinar crianças em celas?
- Você me pergunta se é justo. Veja bem. Sabe qual é a realidade carcerária do Brasil hoje? Uma vergonha, né? Superlotação, corrupção... Para piorar um quadro, que já é muito ruim, no Brasil não foram construídas penitenciárias femininas. Elas foram adaptadas, e mal adaptadas, para as mulheres. Por outro lado, o Estado permite que detentos recebam visitas íntimas. Qual é a conseqüência natural de intimidade entre casais? Falo de natural no sentido lato da palavra: a gestação é a conseqüência da natureza para o sexo. Ora, em pleno Século XXI, temos crianças “morando” em minúsculas celas e convivendo com várias detentas. O Estado não pode fazer de conta que não vê essas crianças. Então, eu devolvo a pergunta: é justo isso? O que fazer com as mulheres apenadas, hoje com o crescimento de 30%, que não têm com quem deixar seus bebês ou engravidam na prisão? Isso é justo para com os bebês? Não existe nada melhor do que o amor de uma mãe e a possibilidade de viver ao lado dela. O Estado deve garantir vida digna para todos, e para  uma criança pode fazer toda diferença.
- Tudo a ver com a sua história pessoal...
- É verdade. Embora esse pedido tenha sido uma reivindicação do movimento de mulheres do Brasil, Deus me deu a oportunidade de apresentá-lo. Política é uma atividade que a gente só deve conjugar no coletivo e para o coletivo. Mas entendo que a aprovação desse projeto permitiu que eu retribuísse à vida o que a vida fez por mim. Einstein dizia que “existem apenas duas maneiras de ver a vida. Uma é pensar que não existem milagres e a outra é pensar que tudo é um milagre”. Talvez fosse essa parte da engrenagem que faltava para eu abrir o coração e contar tudo o que vivi. A vida é um milagre. E agradeço a Deus por esse milagre.  A felicidade vem da maneira como, depois da adversidade, da tragédia, do fracasso, do preconceito, da vergonha, da catástrofe, damos a volta por cima. Eu, hoje mais do que ontem, tenho certeza de que escolhi ser feliz. Tomara que a confissão da minha dor e a minha história de superação possam servir de estímulo àqueles que sofrem neste momento. Meu recado é: não desistam. FÉ E ESPERANÇA!!!!!!

PHA

Paulo Henrique Amorim deu uma palestra à um auditório lotado no IESB ontem. Vão ao ar, essa semana, no noticiário da rádio, as matérias que estou produzindo sobre o Ciclo de Palestras.

Por enquanto, vejam o vídeo do pessoal do Alô Brasília aqui.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Recordar é viver...

 Tá no Youtube do Braga. Falem o que quiser, mas que a história abaixo é verdadeira, é sim.






O então senador Luiz Estevão (PMDB) rivalizava com o então senador José Roberto Arruda (PSDB) na política do DF e tinha antipatia do hoje finado senador Antônio Carlos Magalhães (PFL) desde a morte do seu filho, o deputado Luís Eduardo Magalhães.

Acusado de desviar verbas públicas, Luiz Estevão foi julgado e cassado pelo Senado Federal em 28 de junho de 2000 com 52 votos a favor, 18 votos contrários e 10 abstenções. Na época Arruda era líder do governo FHC e ACM presidente do Senado.

Na véspera da votação, a diretora do Prodasen, setor de informática do Senado Federal, Dra. Regina Célia Borges, foi ao apartamento do senador Arruda, que queria lhe fazer uma consulta pessoalmente. No encontro, Arruda pergunta se era possível saber o voto de cada senador na votação supostamente secreta que ocorreria no dia seguinte. Regina Borges nega esta possibilidade, mas depois de consultar outro técnico, Heitor Ledur, descobre ser possível.

No dia seguinte, a votação ocorre normalmente, de forma nominal pelo painel do Senado Federal. O técnico Heitor Ledur retira a lista com o nome de todos os senadores e como cada um votou.

A Dra. Regina Célia entrega a lista a Domingos Lamoglia, assessor do gabinete de Arruda, que a entrega ao chefe. De posse da lista, Arruda vai ao gabinete de ACM, onde conferem os votos e o cumprimento dos acordos feitos para viabilizar a cassação.

Meses depois, no dia 19 de fevereiro de 2001, Antônio Carlos Magalhães resolve visitar três procuradores, Eliana Torelly, Guilherme Schelb e Luiz Francisco de Souza. Este último gravou a conversa. Sem saber que estava sendo gravado, ACM afirma que a senadora Heloísa Helena teria votado contra a cassação de Luiz Estevão e que sabia como cada senador votara.

A conversa é publicada pela revista IstoÉ na semana seguinte e o escândalo torna-se inevitável.

No dia 18 de abril daquele ano, logo depois de ser envolvido no escândalo, Arruda sobe à tribuna para negar com veemência qualquer participação ou conhecimento sobre a fraude. "Chega de leviandade!", brada. Fala em honra, em seus filhos e em Deus. Depois do discurso ele comenta, "matei a pau", achando que o caso logo se encerraria e ele sairia ileso.

No dia seguinte, 19, Regina Célia Borges presta depoimento ao Conselho de Ética transmitido ao vivo pela TV Senado. Regina confessa a culpa pela violação e confirma que obteve a lista dos votos a pedido de Arruda e por ordem de ACM. "Tenho plena consciência do futuro que me espera. Meu único caminho agora é falar apenas a verdade", disse.

Mesmo sem mostrar qualquer prova, a ex-diretora do Prodasen convence a todos de que fala a verdade. "Se essa mulher estiver mentindo, é a melhor atriz do mundo", afirmou o senador Amir Lando, do PMDB de Rondônia, logo depois o depoimento de Regina.

Arruda volta à tribuna no dia 23 de abril e confessa sua participação. Chora, se faz de vítima e tentar mostra o acontecimento como uma simples falha de comunicação. Disse que apenas perguntou se seria possível, mas não ordenou a tiragem da lista.

O conselho de ética aprovou relatório do senador Roberto Saturnino Braga por 10 a 5 pedindo a cassação dos mandatos de ambos os senadores no dia 23 de maio. No dia seguinte, 24, Arruda renuncia ao mandato para fugir da cassação.

Pelas regras atuais, como o pedido de cassação já havia sido aprovado no conselho de ética, a renúncia faria ele perder os direitos políticos por oito anos começando a contar do fim da legislatura, isto é, até hoje ele não poderia concorrer a eleições.

sábado, 24 de outubro de 2009

DENÚNCIA PÚBLICA – BLOGUEIRA YOANI SANCHEZ INSTRUMENTO DA MÍDIA GOLPISTA E IMPERIALISTA

A Associação Cultural José Marti de Santa Catarina, vem a público denunciar a campanha midiática levada a cabo pelos grandes meios de comunicação contra a Revolução Cubana, suas conquistas, nestes 50 anos, e, seu povo. O crime cometido por Cuba foi o de se afirmar como nação soberana, auto-determinada e solidária com os povos desta grande humanidade.

Nestes momentos, os meios de “informação” (a expressão mais correta é desinformação) dão páginas e páginas para a blogueira cubana Yoani Sanchez difundir suas mentiras e atacar seu povo e seu país, desde o próprio território cubano.

As mentiras difundidas por ela são as mesmas que há décadas o imperialismo estadunidense e seus aliados e capachos, nos diferentes países e nos grandes meios de desinformação, se utilizam para detratar a realidade cubana e a magnífica obra construída pelos mais de 12 milhões de habitantes da maior das Antilhas.

A primeira mentira que cai por terra se relaciona à liberdade de expressão, visto que esta senhora vive em Cuba e posta as “suas opiniões” (entre aspas por que não são nada originais) desde Cuba.

O bloqueio econômico contra Cuba atinge todas as esferas da vida, inclusive com relação à internet. Mas a blogueira em vez de denunciar este bloqueio criminoso que persiste há quase 50 anos, culpa seu país e seu povo pelas conseqüências, pois ela nutre o sonho de fazer voltar a roda da história, sonha com o seu país como colônia norte—americana, submisso, prostituído, analfabeto, com a máfia dominando a vida social. É um sonho vão, pois o povo cubano trilha seu caminho pelos ideais de seus heróis que tombaram na luta pela independência e pela libertação nacional, pelos ideais de Marti, de Camilo Cienfuegos,
Ernesto Che Guevara e, pelos heróis vivos,em particular Fidel Castro. Homens que construíram e constroem um projeto assentado no ser humano e na humanização da vida.

São imensuráveis as conquistas da Revolução Cubana em todos os aspectos da vida social do seu povo. Uma nação submissa com um povo espezinhado pelo imperialismo no final dos anos 50, se transformou em um exemplo para toda a humanidade de que é possível construir um mundo melhor baseado em valores autenticamente humanos no qual governa a satisfação das necessidades básicas e não as vis leis do mercado que submetem, subjugam, matam e agridem povos e nações inteiras em nome de um desenvolvimento e da riqueza para poucos.

Apesar da falta de recursos e do criminoso bloqueio, Cuba, há muito tempo, é um exemplo na solidariedade aos povos da humanidade. Médicos cubanos estão em quase cem países prestando seus serviços aos mais humildes e necessitados. O povo cubano através de seu governo prestou ajuda humanitária em grandes catástrofes e terremotos, em vários
países. Em Cuba estudam jovens de várias nacionalidades, inclusive brasileiros, que gratuitamente podem ter acesso ao ensino universitário, que por muitas vezes não teriam em seus países.

Somos, eternamente, gratos a Cuba e seu povo, por nos ter brindado com vagas para que jovens de nosso estado e país possam cursar medicina em Cuba. Sonho quase inatingível para quem provém das camadas mais humildes do nosso povo. Somos eternamente gratos a Cuba por ser uma referência, por seu exemplo, por sua obra, por seu povo.

Denunciamos e repudiamos o papel desempenhado pela nossa grande mídia sempre disposta a defender as piores causas, os golpes de estado, as manobras das elites, as agressões aos povos. A mesma grande mídia que hoje transforma em heroína a blogueira Yoani Sanchez. A mesma grande mídia que a cada vitória de um povo latino-americano está na linha de frente para defender os interesses do imperialismo norte-americano.

Assim foi e assim continua sendo, a grande mídia está do lado dos perdedores, está do lado do imperialismo. Com toda certeza os povos derrotarão o imperialismo e a grande mídia continuará a lamentar qualquer vitória popular, continuará a lamentar as vitórias dos povos de El Salvador, Nicarágua, Venezuela, Bolívia, Equador. Continuará a lamentar qualquer avanço no terreno político que nossos conquistem. Cada vez mais lamentarão.

A nós nos resta defender a verdade, o direito dos povos construírem seus rumos com soberania a auto-determinação, zelando pelos valores autenticamente humanos e solidarizando-se com qualquer povo agredido.

Ao final, e estranhamente, agradecemos aos grandes meios de comunicação que tão zelosos em sua vil tarefa de desinformar e transformar bandidos em heróis, nos ensina com seus exemplos como não devemos ser, como não devemos agir. Não deixa de ser um
contra-exemplo.

Cuba continua cada vez mais merecendo e angariando o carinho e a solidariedade dos povos. Cada vez mais se criam, nos cinco continentes, comitês e associações de solidariedade a Cuba que dinamizam as relações, que fazem intercâmbios e troca de experiências. Nossos povos se conhecem mutuamente e crescem os laços de solidariedade.

Reafirmamos nosso compromisso na defesa dos povos, em especial de Cuba e seu povo.

Viva a Revolução Cubana!
Viva Fidel!
Diretoria da ACJM-SC

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

34º Sarau Literatura de Câmara - Países Andinos




Tributo a Mercedes Sosa

O Sarau dos países andinos (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Venezuela) será realizado dia 26, segunda-feira às 20h00 no Teatro Garagem do SESC, 913 SUL e contará com a mais completa Seleção de Cantores já levada a um Sarau.

Rogério Midlej, que encantou no Sarau dos Estados Unidos, Nestor Kirjner e Virgínia Studart, que encantaram no Sarau da França e marcando a estréia de Olivar. Apenas canções de Mercedes Sosa.

A mais incrível seleção de escritores: Os VENCEDORES DO Prêmio Nobel de Literatura: Gabriel Garcia Marquez, Pablo Neruda, Gabriele Mistral e os sempre apontados como os melhores do século XX: Jorge Luis Borges da Argentina e Mário Vargas LLosa do Peru.

Desta vez, o público poderá assistir de mesas ou da arquibancada.
As mesas serão disponibilizadas para grupos de 4 pessoas (a mesa, por fazer parte do cenário geral do show, não podem ter lugares vazios, dessa forma,só será entregue a mesa no dia, mesmo com reserva, com a presença dos 4 ocupantes, caso contrário a mesa será oferecida ao outro grupo de pessoas com reserva feita) e a reserva pode ser feita pelos e-mail literaturadecamara@uol.com.br É grátis. 

O coquetel será servido durante a apresentação!
Término impreterivelmente às 22h30.

Brechó dos jornalistas


quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Documento Final da 1ª Conferência Livre de Comunicação da UnB





A 1ª Conferência Nacional de Comunicação foi convocada para dezembro de 2009 após grande mobilização dos movimentos sociais. A etapa Distrital do processo ocorrerá em novembro.

Esses eventos abrem a possibilidade de se pensar os rumos da Comunicação no país. Para contribuir com o debate, o Diretório Central dos Estudantes, Centros Acadêmicos, projetos de extensão e coletivos de comunicação da universidade realizaram a 1ª Conferência Livre de Comunicação da UnB nos dias 24, 25 e 26 de setembro.

A programação se estruturou em cima de três temas principais: Comunicação na Universidade – produção, difusão e interação; Desafios para a democratização da comunicação no Brasil; e Internet e Novas Tecnologias – Transformação e Impactos Sociais. As propostas do evento foram organizadas a partir dos três eixos temáticos definidos em resolução da Comissão Organizadora da 1ª Conferência Nacional de Comunicação: Produção de Conteúdo, Meios de Distribuição e Cidadania: Direitos e Deveres.

As propostas prioritárias centrais, que recebem ementas explicativas, e as demais contribuições dos grupos de discussão e plenária podem ser acessados no endereço da Conferência Livre UnB.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

RESPUESTAS SOCIEDAD CIVIL BRASILEÑAS A CAMPAÑA ANTICUBANA‏

Grupo acusa uso de blogueira cubana numa ofensiva contra a Ilha

O Grupo Parlamentar Brasil-Cuba no Congresso Nacional, formado por mais de 160 parlamentares, entre deputados e senadores, denunciou uma manobra por parte da oposição ao Governo de Luiz Inácio Lula da Silva para retomar os ataques políticos à Ilha. A estratégia, que tem o apoio de parte da mídia brasileira, começou com o convite à blogueira cubana Yoani Sánchez para que venha ao Brasil participar de uma audiência pública no Senado.

Moradora da Ilha, Yoani ganhou projeção mundial na internet pelas críticas feitas no seu blog ao governo cubano. Essa notabilidade levou o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), a convidá-la para uma audiência. A Presidência da Casa chegou a encaminhar o convite à Embaixada de Cuba em Brasília.

Nesta terça (20), a coordenadora do Grupo, deputada Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), prestou solidariedade ao povo cubano e disse que a manobra em andamento conta com o apoio das revistas Época e Veja que estão veiculando matérias semanais com a blogueira.

O Grupo enviou nota a essas publicações destacando aspectos econômico que não são levados em conta. “Antes da revolução, Cuba vivia uma situação econômica de desastre com 30% de sua população desempregada, o que significava mais de um milhão e 200 mil cubanos em idade laboral sem posto de trabalho, incluídos nove mil professores, em uma população de uns seis milhões de habitantes”, diz a nota.

Destaca ainda que 23% da população era analfabeta e a mortalidade infantil atingia 62,3 por cada mil nascidos vivos, com uma mortalidade materna de 18 para cada 100 mil partos. “Pouco depois de janeiro de 1959, seis mil médicos, praticamente a metade, abandonaram o país”, lembrou.

Passados 50 anos, prossegue a nota, Cuba exibe índices invejáveis aos seus vizinhos da América Latina. “A mortalidade infantil é de 5,3 por cada mil nascidos vivos; a expectativa de vida é de 77 anos. E não há analfabetos no país. O problema foi eliminado em 1961, após uma vigorosa campanha de alfabetização. Hoje o país possui 72.416 médicos, um para cada 155 habitantes e uma escola de formação de profissionais de saúde que é referência no mundo.”

Bloqueio Econômico

Vanessa Grazziotin diz que causou apreensão o fato de a blogueira não citar de maneira critica o bloqueio econômico imposto a Cuba pelos Estados Unidos, apesar das sucessivas condenações aprovadas quase que por unanimidade nas assembléias anuais das Organizações das Nações Unidas (ONU).

“Em nenhum momento a blogueira fala a respeito disso. E também deixa de reconhecer como era Cuba, ou de relatar como era o país antes da revolução e o que vem sendo Cuba após a revolução”, diz a deputada.

Segundo ela, os parlamentares do grupo não querem passar para a população brasileira a impressão de que na Ilha esteja tudo perfeito, mas há um grande esforço governo e do povo daquele país em busca do desenvolvimento “igualitário para que todos tenham moradia digna, trabalho e educação”.

Iram Alfaia
Da Sucursal de Brasília


Novo Manifesto



Você já parou pra pensar em como a reciclagem, por si só, não resolve o problema do impacto ambiental humano sobre o planeta? O "Repair Manifesto" é um movimento criado pelos holandeses da Platform21 que fala sobre as vantagens de investirmos em recuperação das coisas que já temos.

1. Faça seus produtos durarem mais!
Consertar significa a oportunidade de dar a um produto uma segunda vida. Consertar não é anticonsumo: é antidesperdício.

2. As coisas têm que ser projetadas para poderem ser consertadas
Designer de produtos: faça coisas consertáveis. Forneça informações claras sobre como consertar. Consumidor: compre coisas que você sabe que podem ser consertadas, ou descubra por que elas não existem. Seja crítico, faça perguntas.

3. Consertar não é substituir uma peça
Não estamos falando em jogar fora a parte que está quebrada, mas de realmente remendar criativamente.

4. O que não mata engorda
Toda vez que você conserta algo você acrescenta ao seu potencial, à sua história, à sua alma e à sua beleza inerente.

5. Consertar é um desafio criativo
Fazer reparos é bom para a imaginação e ensina a usar novas técnicas, ferramentas e materiais.

6. Conserto não sai de moda
Não se conserta para deixar os produtos na moda. Não há datas de validade para produtos que podem ser reparados.

7. Consertar é descobrir
Ao consertar você descobre coisas incríveis sobre como os objetos funcionam. Ou não funcionam.

8. Conserte – mesmo quando a crise acabar
Se você acha que este manifesto tem a ver com a recessão, esqueça. Não estamos falando de dinheiro, mas de mentalidade.

9. Coisas consertadas são únicas
Mesmo falsificações se tornam originais quando você as conserta.

10. Consertar é ser independente
Não seja um escravo da tecnologia – seja seu mestre.

11. Você pode consertar tudo, mesmo um saco plástico
Mas nós recomendamos arrumar uma sacola que dure mais. E, quando ela estragar, consertá-la.

Pare de reciclar! Comece a consertar!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Hamdan

Morreu o companheiro Hamdan que lutava por refúgio em terras brasileiras e foi negligenciado pela ACNUR, Cáritas e Governo Brasileiro. O texto abaixo é do Anthar, do Instituto Autonomia, que há dois anos tentam em vão, solucionar o problema do grupo de refugiados palestinos. Hamdan morreu sem conhecer a liberdade.
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 Hamdan Mahmoud Abu-Sitta (1944-2009)
 
 
Morreu na noite de ontem (domingo, 19 de outubro de 2009) o sr. Hamdan Mahmoud Abu-Sitta. Idoso palestino em condição de refúgio no Brasil. Não relatarei as condições de sua morte. Quero sim, lhe prestar uma homenagem. Portanto, falarei sobre Hamdan vivo. Para fazer honras à seu grandioso espírito, me farei falar sob as asas da poesia. Que eu consiga fazer jus a Anthar, filho de Chaddad, nome sob o qual fui batizado. Eu, Anthar, filho de Abubakar, assim honro meu querido amigo Hamdan:

Nascido há 65 anos atrás, época ainda da livre Palestina, Gaza. Casas sobre o vale. Camelas de leite. Um gato manso. Perfume de almíscar. Pequenas palmeiras. Poças d'água deixadas pela chuva que caiu. Um bom dia. Assim, inevitavelmente, a liberdade seria sua marca de nascença - criança Hamdan. Beduíno, inquieto e diligente feito um artesão.

Avante em seu caminho. Bons passos. Firme confiança. Fonte de infindas experiências. Sua terra fora invadida. Obrigação em se livrar do desgosto. Obrigação em se movimentar rumo à sua sorte e fortuna - jovem Hamdan. Lançado a novos chãos. Genuíno acesso a todo mundo árabe. Não foi precisamente nestes chãos que se viram os mais esplêndidos frutos da cultura antiga? Foi preciso também sobreviver. Um olhar além, logo em espírito aguerrido e nutriz. Generosidade, coragem, lealdade, sabedoria.

Também fez o caminho da volta e do agradecimento: Iraque - Hamdan maduro. Dura marcha pelo deserto aonde qualquer palestino futuro, não pode ou não deve retornar. Atado o nó do presente, luta. Com todas as suas forças. Sua vida adquire a qualidade de ser ferramenta avante no caminho da sabedoria insurgente. Necessidade em inferir belos tempos vindouros. Uma vida árdua demais? Não! Se coisas agradáveis virão.

Porém, chega o outono da vida - Hamdan idoso. Guerreiro desejoso por descançar, enfim. A primavera da coragem, o verão da estratégia, o outono. Época de colher os frutos do espírito. A sabedoria atinge seu ápice. Fulgor tropical. No entanto, engano do encontro. A alegria do espírito não alcançada no Brasil. Mesmo assim, ama toda a generosidade e solidariedade do povo brasileiro. Na encosta de sua vida faz novas amizades. Raízes. Porém aéreas. Não é chegada a hora do guerreiro descansar. A vida quer mais. A exuberância é seu motivo. Quanto fôlego ainda tem esse espírito? Impressionante como não se entrega! Assim quis sua natureza.

Então, de súbito, as delicadas mãos do destino se apresentam. Querem acolhê-lo. Ninho dos pássaros. Um último movimento. Um sorriso jubiloso. O último som de suas asas. Hamdan jaz. Um herói sem irmão gêmeo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

É amanhã!!!


Rock e pop sem discriminação
18 anos
Toda sexta-feira, 22h, pela Rádio Cultura FM (100,9MHz)
www.cult22.com
 
 

 
Após passarem mais um ano divulgando shows e festas de rock pelo Distrito Federal e pelo mundo, chegou a hora de comemorar a maioridade:
 
CULT 22 - 18 anos (A Festa)
Sábado, dia 17 de outubro,
às 22h, no Gate´s Pub (403 Sul).
Rock e pop de todos os tempos com os DJs Marcos Pinheiro, Abelardo Mendes Jr. e o convidado Carlos Marcelo + telão com videoclipes.
Entrada: R$ 10,00 (até 0h) e R$ 12,00 (após). Entrada franca para os 20 primeiros que entrarem no Gate´s Pub
Mais informações: (61) 9972-9826 ou www.cult22.com
Classificação indicativa: 18 anos

História
Concebido pelos jornalistas Marcos Pinheiro e Carlos Marcelo
o programa Cult 22 estreou pela Rádio Cultura FM (100,9MHz) no dia 4 de outubro de 1991 com a proposta de tocar o rock e o pop de todos os tempos, em variados estilos. Daí, seu slogan “Rock e pop sem discriminação”, onde pode-se ouvir, ao longo dos programas, do rockabilly ao death metal, passando pelo progressivo, psicodélico, glitter, hard, heavy metal, punk, gótico, garage bands, grunge, alternativo ou, simplesmente, o pop.
Desde sua criação, o Cult 22 nunca mais deixou de ser transmitido, sempre semanalmente, todas as sextas-feiras, às 22h, com quadros diversos, informações, promoções, entrevistas, agenda de shows e muito mais! A partir de 
fevereiro de 2003, o programa passou a ser produzido e apresentado por Marcos Pinheiro e Abelardo Mendes Jr. E, em abril de 2006, passou a ter três horas de duração.

Mais informações: www.cult22.com  
 
P.S.: eu vou, porque a festa é do chefe, hehehe =)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

COMUNICADO DO CELA À COMISION DE CONSTITUCION, JUSTIÇA E CIUDADANIA DO SENADO BRASILEIRO

A Senhora Yoani, e seu Blog na Internet, está a serviço e sendo usada em uma clara ação de guerra psicológica, visando desinformar o povo Brasileiro sobre os avanços da Revolução Cubana. Certos da importância desta Comissão do Senado Federal (Constituição, Justiça e Cidadania ), manifestamos o necessário que é a vigilância e apuração das ações de serviços de inteligência estrangeiros em nosso país, a partir de guerras psicológicas de interesses somente de nações estrangeiras, ou outras ações legais.   
                                                                                                              
Certos da necessidade da construção de um novo patamar de relações entre os povos da América Latina solicitamos aos membros do SENADO FEDERAL não permitir ações ilegais em favor de interesses estrangeirosem nosso País – BRASIL.


Senhoras e Senhores SENADORES da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Brasileiro.


A respeito das entrevistas da Senhora Yoani às revistas Época e Veja gostaríamos de expressar o seguinte.


O Bloqueio a Cuba é feito de forma criminosa, com explosão de avião, atentados a bomba, tentativas de assassinatos de Fidel Castro, transmissões ilegais de rádio e TV, entre inúmeros outros atentados comprovados. Apesar disso a Revolução Cubana apresenta dados impressionantes, índice de mortalidade infantil de 5,3 (melhor da América Latina), analfabetismo erradicado, na área de saúde conta com reconhecimento internacional dos avanços, chegando inclusive a levar 51 mil profissionais de saúde para 98 países do mundo.


A Senhora Yoani, e seu Blog na Internet, está a serviço e sendo usada em uma clara ação de guerra psicológica, visando desinformar o povo Brasileiro sobre os avanços da Revolução Cubana. Hoje dia 14 de outubro será data de lançamento do canal de fibra ótica de 1.630 quilometros de extensão, ligando Cuba à Venezuela, com capacidade de 640 Gigabytes, elevando assim em 3.000 vezes a capacidade de conexão da ilha com a internet, facilitando a integração do povo Cubano com os povos da América Latina. Integração dificultada na verdade pelo Bloqueio Norte Americano que somente possibilita acesso via satélite à internet na ilha caribenha, o que encarece demais e dificulta o uso pela população.


Certos da importância desta Comissão do Senado Federal (Constituição, Justiça e Cidadania ), manifestamos o necessário que é a vigilância e apuração das ações de serviços de inteligência estrangeiros em nosso país, a partir de guerras psicológicas de interesses somente de nações estrangeiras, ou outras ações ilegais. Casos como do Senhor Paul Lir Alexander (ex agente do DEA – Departamento Anti Drogas dos Estados Unidos) atualmente preso em Minas Gerais pelo tráfico de mais de uma tonelada de Cocaína para os EUA devem ser investigados.


Ainda nesta semana o Coronel Americano Lawrence Wikesson (membro da equipe de Colin Power) em entrevista ao jornal The Havana Note afirma sobre o bloqueio “o embargo é um fracasso total com grande custo para o povo Cubano e para o povo Americano”. Certos da necessidade da construção de um novo patamar de relações entre os povos da América Latina solicitamos aos membros do SENADO FEDERAL não permitir ações ilegais em favor de interesses estrangeiros em nosso País – BRASIL.



CENTRO DE ESTUDOS LATINO AMERICANO (CELA)

Aos professores do Brasil

Neste 15 de outubro, em nome da diretoria da FENAJ, saudamos todos professores do Brasil, pela sua batalha dura e diária nas escolas e universidades, baseada na compreensão de que a educação é um dos pilares para a construção de um país melhor, com mais justiça social e democracia. Por também termos este entendimento, reafirmamos que igualmente é nossa, do movimento sindical dos jornalistas, a bandeira de luta pelo ensino público, gratuito e de qualidade em todos os níveis.

Saudamos em especial os professores de Jornalismo, empenhados, também cotidianamente e com muita luta, na busca de uma qualidade cada vez maior para a formação ao exercício de uma profissão com tamanha relevância social como a do jornalista.

Assim como os demais professores e todos os trabalhadores brasileiros, os docentes do Jornalismo enfrentam baixos salários, condições de trabalho adversas, precarização das relações trabalhistas, entre outras dificuldades. E ao mesmo tempo em que lutam para a superação destes problemas comuns a toda a classe, não deixam de se engajar em outra grande batalha, junto com os profissionais jornalistas, os estudantes e apoiadores de toda a sociedade, contra a tentativa de desqualificação da nossa profissão, com a derrubada, pelo STF, da exigência do diploma universitário para o exercício do Jornalismo.

A diretoria da FENAJ, ao destacar a participação do FNPJ (Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo) neste movimento, agradece a todos os docentes este engajamento decisivo para a defesa da profissão e do Jornalismo. E conclama para que sigam firmes em defesa da qualidade do ensino, da obrigatoriedade do diploma, enfim, do Jornalismo brasileiro.

Somos mais de 80 mil jornalistas no Brasil, entre os quais milhares de professores, que somente com a valorização do seu trabalho, a melhoria da formação, a regulamentação do exercício profissional, conseguirão garantir dignidade para sua profissão e qualidade, interesse público, responsabilidade e ética para o Jornalismo.

Sérgio Murillo de Andrade - Presidente da FENAJ

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dono do Cirque du Soleil chega da viagem ao espaço



Foto da semana: Chegada da tripulação no Cazaquistão (EFE/Reuters)


O artista e empresário, de 50 anos, é dono de uma fortuna estimada em 2,5 bilhões de dólares. Sétimo turista espacial da história, ele posou para câmeras usando um nariz vermelho de palhaço antes da decolagem, na quarta-feira, no cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão.

Desabafo

Não tenho hábito de ler auto-ajuda. No entanto, tenho que concordar, que o texto do Roberto, abaixo, diz muito sobre a forma como eu penso. Conheci inúmeras pessoas de diversas classes sociais diferentes e estou convencida de que caráter é algo que independe do meio ou origem. Simplesmente, alguns têm e outros não. Da mesma forma, algumas pessoas nascem com a palavra iniciativa escrita na testa e desde que se entendem como gente, seu lema passa a ser "vamos à luta que a vida é curta". Para outras pessoas, a vida se resume a encontrar formas e maneiras de se abastecer do que as outras pessoas podem oferecer. Sim, porque aprendi desde pequena que tudo tem preço e, se não é você quem está pagando, alguém está. E isso, definitivamente, não é privilégio dos que sofreram muito ao longo da vida, nem da falta de oportunidade. O nome é comodismo, ou em estágios mais graves, oportunismo mesmo.

Por outro lado, tenho que concordar também que nossos pais são peça fundamental nesse processo. Há os que estimulam e há os que não o fazem porque eles mesmos não são capazes de se reinventarem e a partir daí, criam novos seres vocacionados para a lamentação e para as deculpas que utilizam a todo o tempo para não fazerem o que precisa ser feito e arrumarem culpados para o que não conseguiram realizar. Tive uma infância recheada de oportunidades, mas nem por isso esqueceram de me mostrar o quanto eu era privilegiada e o quanto isso era (e é) efêmero, tanto quanto estar viva. E, portanto, eu devia continuar o que eles começaram (correndo o risco, pelas estatísticas da economia básica, de terminar a vida com uma condição financeira bem abaixo da que eles tiveram um dia).


Entendo que parte das mazelas humanas inicia aí, mais especificamente dentro de nós. De um lado, nos que esperam a salvação que nunca chega e culpam à Deus, ao Governo, ao vizinho, por estarem onde estão, sem mexerem uma única pedra para mudar sua realidade. E nos que poderiam ser a salvação mas estão muito ocupados cuidando do próprio umbigo e não sendo capazes de compreenderem o quanto cada um de nós, poderosos ou não, somos responsáveis pelo mundo que nos rodeia. Sim (complementando as palavras do psicólogo abaixo), porque não basta cuidar da própria vida ou da sua família, ou apenas garantir a sobrevivência dos seus. Pelo simples fato de que não estamos sozinhos e que, por mais que nos escondamos sob cercas elétricas, o mundo irá nos atingir. Para o bem ou para o mal. É preciso ser capaz de enxergar um pouco além e conseguir dedicar, ao menos alguns poucos neurônios, em busca de soluções que permitam um mundo mais colorido à nossa volta pra que todo mundo possa desfrutar da mesma felicidade.

Confesso que tenho pouca paciência com os acomodados, com os míopes, ou com os que só são capazes de enxergar a realidade do mundo quando ela os atinge diretamente e ainda assim, usam isso com amargura, e chegam a causar sofrimento em outros com a desculpa de terem eles também suas feridas. Nem um nem outro me agrada. Porque prefiro ver as coisas como elas são sim, mas fazer parte do grupo que tenta mudar o que não está bom. Prefiro ser parte dos que acreditam que a luz e beleza (da esperança) começam dentro de nós, e que isso precede qualquer batalha (e  não a escuridão do rancor), que não só a comida nos alimenta, mas o acreditar que amanhã é um novo dia para continuarmos sonhando e acreditando que é possível realizar. Acho que isso é gostar de viver, de ser parte desse espetáculo passageiro mas tão intenso e bacana que é a vida. E, correndo o risco de ser mais piegas ainda, aproveito para agradecer aos céus por isso. Eu realmente não vim ao mundo à passeio mas me sinto privilegiada por gostar sempre de tudo que faço.







UM MEIO OU UMA DESCULPA

por Roberto Shinyashiki

Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes.

Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.

Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo. O sucesso é construído à noite!!! Durante o dia você faz o que todos fazem. Mas, para obter um resultado diferente da maioria, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmo resultados.

Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso. Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar nos horários em que os outros estão tomando chopp com batatas fritas. Terá que planejar, enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.

O mundo não está nem aí, se você está cansado ou triste, ele não pára. E quem vive lamentando ou reclamando da vida nunca vai conseguir chegar em lugar nenhum.

A realização de um sonho depende de dedicação. Há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores pois .....

Quem quer fazer, encontra um MEIO.
Quem não quer fazer, encontra uma DESCULPA.

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