"Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido" Malcom X

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Associação de Amigos da ENFF rebate matéria da Folha

29 de novembro de 2010
Da Página do MST

Leia abaixo nota da Associação dos Amigos da ENFF sobre reportagem publicada neste domingo na Folha de S. Paulo:

NOTA DA ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DA ENFF

No dia 28 de novembro, o jornal Folha de S. Paulo publicou uma reportagem de autoria de José Ernesto Credendio, segundo a qual a Escola Nacional Florestan Fernandes estaria passando por uma “crise financeira”, a qual seria motivada por “restrições impostas aos repasses do governo federal para o movimento”.
Diante do exposto, a Associação dos Amigos da Escola Nacional Florestan Fernandes vem a público para esclarecer os fatos e desfazer uma série imensa de equívocos, incrivelmente reproduzidos em tão poucas linhas.
1. A ENFF, desde a sua origem, nunca dependeu de recursos federais, embora seja essa uma demanda legítima, dado que ela é resultado do esforço concentrado e da mobilização de milhares de cidadãos brasileiros: trabalhadores, trabalhadoras e jovens que aspiram construir um centro de estudos e pesquisas identificado com as necessidades mais prementes dos povos do Brasil, da América Latina e de todo o mundo.
2. Como a própria reportagem esclarece, aliás em total contradição com o afirmado anteriormente, os recursos para a construção da escola foram fornecidos “pela União Europeia, pelo MST e pelas ONGs cristãs Caritas (Alemanha) e Frères Des Hommes (França)”, além de ter contado com recursos assegurados por campanhas com apoio de Chico Buarque, José Saramago e Sebastião Salgado.”
E mais ainda: a reportagem omite o fato de que a construção da escola, concluída no ano 2005, contou com o trabalho voluntário de cerca de 1.100 brasileiros e brasileiras que entenderam a necessidade premente de uma escola dessa natureza, oriundos e oriundas das mais variadas categorias profissionais e de movimentos sociais. Seus cursos sempre foram ministrados em caráter voluntário, espontâneo e benévolo por mais de seiscentos renomados intelectuais e professores universitários brasileiros e internacionais,
3. Finalmente, a escola não passa por uma “crise financeira”, como afirma a reportagem, simplesmente por não se tratar de um banco, nem de empresa privada. Sofre, é verdade, carência de recursos econômicos para desenvolver os seus projetos, como sofrem dezenas de milhares de escolas públicas brasileiras e toda e qualquer instituição autônoma, independente e identificada com a luta de nosso povo.
4.Precisamente porque a Escola Nacional Florestan Fernandes não depende de recursos federais, mas confia na capacidade do povo brasileiro de manter o seu funcionamento autônomo, soberano e independente, criou-se a Associação dos Amigos da ENFF, no início de 2010.
As campanhas promovidas pela Associação não têm apenas o objetivo de angariar fundos: elas também contribuem para promover o debate sobre a necessidade de que o povo brasileiro construa os seus próprios centros de educação e pesquisa, até para aprimorar sua capacidade de defender-se de ataques insidiosos promovidos com frequência pela mídia patronal, pelos centros universitários que reproduzem as fábulas das classes dominantes e por intelectuais e jornalistas pagos para distorcer os fatos.
Associação dos Amigos da ENFF

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Do Wikileaks

“O governo brasileiro é um parceiro de cooperação no combate ao terrorismo e em atividades relacionados com o terrorismo no Brasil (...). No entanto, os mais altos níveis do governo brasileiro, particularmente o Ministério das Relações Exteriores, são extremamente sensíveis a quaisquer créditos públicos de que os terroristas têm presença no Brasil - seja para arrecadar fundos, organizar a logística, ou mesmo trânsito no país brasileiro (...). Essa sensibilidade resulta, em parte, do medo do país de estigmatizar a comunidade muçulmana(estimada por algumas fontes em mais de um milhão) ou prejudicar a imagem do território como um destino turístico. É também uma postura pública destinada a evitar estar ligado ao que é visto como a guerra excessivamente agressiva dos EUA contra o terrorismo (...)." 
O texto é de uma carta sigilosa da embaixada dos EUA no Brasil, datada de 8 de janeiro de 2008. 
Acesse aqui para ler o texto completo (em inglês).

Boa pedida para o final de semana

No próximo sábado (4/12), o Sindicato dos Jornalistas promove sua primeira "Feijoada da Imprensa". O evento marca o fim da Campanha de Sindicalização do SJPDF e acontece no Clube da Imprensa, a partir das 13h. Para animar, tem som com o grupo de samba Labaredas, que reúne músicos participantes do projeto Adora a Roda, tradicional opção das noites de terça no Bar do Calaf.

Os convites podem ser adquiridos na sede do Sindicato ou com os diretores.
Informações aqui: http://www.sjpdf.org.br/


Marcelo Freixo: Não haverá vencedores

Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública do Rio terá de passar pela garantia dos direitos dos cidadãos da favela
por Marcelo Freixo, na Folha de S. Paulo, via Vermelho e Vi o Mundo
Dezenas de jovens pobres, negros, armados de fuzis, marcham em fuga, pelo meio do mato. Não se trata de uma marcha revolucionária, como a cena poderia sugerir em outro tempo e lugar.
Eles estão com armas nas mãos e as cabeças vazias. Não defendem ideologia. Não disputam o Estado. Não há sequer expectativa de vida.
Só conhecem a barbárie. A maioria não concluiu o ensino fundamental e sabe que vai morrer ou ser presa.
As imagens aéreas na TV, em tempo real, são terríveis: exibem pessoas que tanto podem matar como se tornar cadáveres a qualquer hora. A cena ocorre após a chegada das forças policiais do Estado à Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.
O ideal seria uma rendição, mas isso é difícil de acontecer. O risco de um banho de sangue, sim, é real, porque prevalece na segurança pública a lógica da guerra. O Estado cumpre, assim, o seu papel tradicional. Mas, ao final, não costuma haver vencedores.
Esse modelo de enfrentamento não parece eficaz. Prova disso é que, não faz tanto tempo assim, nesta mesma gestão do governo estadual, em 2007, no próprio Complexo do Alemão, a polícia entrou e matou 19. E eis que, agora, a polícia vê a necessidade de entrar na mesma favela de novo.
Tem sido assim no Brasil há tempos. Essa lógica da guerra prevalece no Brasil desde Canudos. E nunca proporcionou segurança de fato. Novas crises virão. E novas mortes. Até quando? Não vai ser um Dia D como esse agora anunciado que vai garantir a paz.
Essa analogia à data histórica da 2ª Guerra Mundial não passa de fraude midiática.
Essa crise se explica, em parte, por uma concepção do papel da polícia que envolve o confronto armado com os bandos do varejo das drogas. Isso nunca vai acabar com o tráfico. Este existe em todo lugar, no mundo inteiro. E quem leva drogas e armas às favelas?
É preciso patrulhar a baía de Guanabara, portos, fronteiras, aeroportos clandestinos. O lucrativo negócio das armas e drogas é máfia internacional. Ingenuidade acreditar que confrontos armados nas favelas podem acabar com o crime organizado. Ter a polícia que mais mata e que mais morre no mundo não resolve.
Falta vontade política para valorizar e preparar os policiais para enfrentar o crime onde o crime se organiza – onde há poder e dinheiro. E, na origem da crise, há ainda a desigualdade. É a miséria que se apresenta como pano de fundo no zoom das câmeras de TV. Mas são os homens armados em fuga e o aparato bélico do Estado os protagonistas do impressionante espetáculo, em narrativa estruturada pelo viés maniqueísta da eterna “guerra” entre o bem e o mal.
Como o “inimigo” mora na favela, são seus moradores que sofrem os efeitos colaterais da “guerra”, enquanto a crise parece não afetar tanto assim a vida na zona sul, onde a ação da polícia se traduziu no aumento do policiamento preventivo. A violência é desigual.
É preciso construir mais do que só a solução tópica de uma crise episódica. Nem nas UPPs se providenciou ainda algo além da ação policial. Falta saúde, creche, escola, assistência social, lazer.
O poder público não recolhe o lixo nas áreas em que a polícia é instrumento de apartheid. Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública terá de passar pela garantia dos direitos básicos dos cidadãos da favela.
Da população das favelas, 99% são pessoas honestas que saem todo dia para trabalhar na fábrica, na rua, na nossa casa, para produzir trabalho, arte e vida. E essa gente — com as suas comunidades tornadas em praças de “guerra”– não consegue exercer sequer o direito de dormir em paz.
Quem dera houvesse, como nas favelas, só 1% de criminosos nos parlamentos e no Judiciário…
*Marcelo Freixo é deputado estadual (PSOL-RJ), presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Para os cidadãos de bem


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Lula entre os sujos - por Leandro Fortes

Do Brasília, eu vi


Amanhã, quarta-feira, dia 24 de novembro, terei a honra de participar do grupo de blogueiros progressistas convidado pelo Palácio do Planalto para entrevistar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Da última vez que entrevistei Lula, eu era um garoto de 23 anos e ele estava no meio de uma guerra: as eleições presidenciais de 1989, as primeiras desde o fim da ditadura, em 1985.
Eu era repórter do Jornal da Bahia e havia sido mandado para uma coletiva com Lula, em Salvador, na sede do Sindicato dos Bancários, no centro da cidade. Lembro de ter perguntado sobre a dificuldade dele e do PT de arranjar empresários que ajudassem a financiar a campanha contra Fernando Collor de Mello, o José Serra de então: bajulado pelo empresariado, apoiado pela mídia e sustentado pelo conservadorismo da Igreja e da classe média. Também quis saber de Lula a opinião sobre os boatos de que, uma vez eleito, ele iria tomar os apartamentos dos bairros nobres das capitais e entregar aos pobres. Era esse o nível daquela campanha. Lula, ainda um homem jovem de barbas muito negras, cansado e bem humorado, disse que havia desistido de conquistar a simpatia de empresários e que a história dos apartamentos devia ser creditada a quem tinha medo da democracia.
Dali, saí correndo para fazer outra entrevista incrível, na sede baiana do PDT, com Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança, então com 90 anos, que estava em Salvador para declarar apoio a Lula. Com essas duas matérias, voltei à redação para me reportar ao meu chefe da época, João Santana, o “Patinhas”, que viria a ficar famoso, anos depois, por ter sido o marqueteiro que reelegeu Lula em 2006 e, agora, por ter garantido a eleição de Dilma Rousseff, a primeira presidenta do Brasil. A Bahia é mesmo um lugar interessante.
A entrevista com Lula será transmitida ao vivo pelo Blog do Planalto (http://blog.planalto.gov.br/) e por outros sites e blogs que queiram transmiti-la. Haverá também possibilidade de participação por meio do twitter. Além de mim, também participarão da entrevista os blogueiros Altamiro Borges (Blog do Miro), Altino Machado (Blog do Altino), Cloaca (Cloaca News), Conceição Lemes (Vi o Mundo), Eduardo Guimarães (Blog da Cidadania), Pierre Lucena (Acerto de Contas), Renato Rovai (Blog do Rovai), Rodrigo Vianna (Escrevinhador) e Túlio Vianna (Blog do Túlio Vianna).
Esse mesmo grupo foi chamado por Serra, no auge da baixaria da campanha eleitoral, de representantes de “blogs sujos”, uma referência nervosa a um tipo de mídia que pegou o tucano, uma criatura artificialmente sustentada pela velha mídia corporativa, no contrapé. Nem Serra, nem ninguém na velha direita brasileira estavam preparados para o poder de reação, análise e crítica da blogosfera e das redes sociais. Matérias falsas, reportagens falaciosas, discursos hipócritas, obscurantismo religioso e a farsa da bolinha de papel, tudo, tudo foi desmontado em poucas horas dentro da internet. Chamar-nos de “sujos” nem de longe nos alcançou como ofensa, pelo contrário. Nós, os “sujos” fizemos a história dessa eleição. Serra e seus brucutus terceirizados sumiram no ralo virtual.
O fato de o presidente mais popular e melhor avaliado da história do Brasil se prontificar a nos receber, no Palácio do Planalto, para responder, sem reservas, aos nossos questionamentos (detalhe: nem todos são jornalistas), demonstra a dimensão exata de nossa participação no atual processo político.
De minha parte, me sinto muito honrado com o convite.
Leandro Fortes é jornalista

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O Rio de Janeiro está mudando





Revolução contra a tortura


Nesta quinta-feira (11/11), D.O. do Legislativo publicou o edital para a inscrição dos candidatos a trabalhar como membros no futuro Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura no Rio de Janeiro. A eleição será em 9/12. Com o recém-criado Comitê voltado para o mesmo propósito, com base em lei do deputado estadual Marcelo Freixo, o Mecanismo terá a missão operacional de monitorar cadeias, unidades socio-educativas e manicômios. Hoje essa fiscalização é bastante precária e a tortura, prática sistemática. Mas o novo órgão, vinculado ao Legislativo, já nasce com autonomia garantida. Seus membros poderão entrar  nas unidades a qualquer hora e sem autorização prévia de ninguém do Executivo. Para garantir a sua atuação independente, terão ainda estabilidade garantida e salário de R$ 4.700 brutos.


Veja o edital www.marcelofreixo.com.br/site/docs/EditalComiteTortura11112010.pdf


Para saber mais sobre essa e outras ações que estão mudando o Rio de Janeiro, acesse o site do deputado Marcelo Freixo.

Divulgando II - Mostra Cinema e Direitos Humanos



Em 2010, a Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul completa cinco anos. Criada em 2006 para celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos a Mostra vem se firmando como um espaço de reflexão, inspiração e promoção do respeito à dignidade intrínseca da pessoa humana.
O Brasil tem buscado fortalecer a educação e a cultura em Direitos Humanos, visando à formação de uma nova mentalidade para o exercício da solidariedade, do respeito às diversidades e da tolerância. Como expressão artística, o cinema possui uma linguagem própria, capaz de tocar pessoas, despertar sentimentos, sensibilizar olhares e construir identidades comuns. Desta forma, a arte permite conhecer e interagir.
Inicialmente exibida em quatro cidades, a Mostra veio crescendo a cada ano. Esta quinta edição estará presente em 20 capitais brasileiras, percorrendo as cinco regiões do Brasil. No ano passado, registrou um público superior a 20 mil pessoas, em 16 cidades. A estimativa para este ano é que este número seja duplicado, pelo aumento no número de cidades participantes e pelo reconhecimento que o evento já conquistou.
No site: http://www.cinedireitoshumanos.org.br/ você confere a programação que acontece no CCBB com entrada franca. Imperdível.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Lula diz que agressão a Serra foi 'mentira descarada'

Gracialiano Rocha, UOL
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou de "farsa" e "mentira descarada" a alegação de agressão contra o candidato José Serra (PSDB) e afirmou que o presidenciável tucano deve pedir desculpas ao povo se tiver "um minuto de bom senso".
Citando notícias veiculadas pelas redes de TV Record e SBT, Lula disse que Serra protagonizou uma farsa ao dizer que foi agredido por militantes petistas no Rio de Janeiro.
"A mentira que foi produzida ontem pela equipe de publicidade do candidato José Serra é uma coisa vergonhosa. Ontem deveria ser conhecido como dia da farsa, dia da mentira", disse Lula, após inaugurar um estaleiro em Rio Grande (RS).
Lula também comparou Serra ao goleiro chileno Rojas, que fingiu ter sido atingido por um foguete no Maracanã, durante as eliminatórias para a Copa do Mundo de 1990.
"Primeiro bateu uma bola de papel na cabeça do candidato, ele nem deu toque para a bola, olhou para o chão e continuou andando. Vinte minutos depois esse cidadão recebe um telefonema, deve ser o diretor de produção dele que orientou que ele tinha que criar um factoide, deve ter lembrado do jogo do Chile com o Brasil", disse Lula.
O presidente disse que chegou a discutir com aliados políticos a necessidade de telefonar a Serra para se solidarizar pela agressão --mas desistiu da ideia, segundo ele, ao ver o noticiário dos canais de televisão.
"Espero que o candidato tenha um minuto de bom senso e peça desculpas ao povo brasileiro pela mentira descarada."

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Divulgando - Seminário Crianças e Internet




Com o crescente acesso da população mundial, em especial da juventude, às tecnologias da informação e das comunicações (TICs), suas conseqüências positivas e negativas para as crianças têm atraído a atenção não apenas de pais e educadores, mas também, dada a característica intrinsecamente internacional da Internet, de gestores públicos e organizações internacionais. Assim, sob o epíteto “child on line protection”, o tema tem sido objeto de intensos debates no Fórum de Governança da Internet (IGF), entre outros eventos relevantes para a sociedade da informação.
Para contribuir com este debate, o Ministério das Relações Exteriores (Divisão da Sociedade da Informação – DI), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO – Escritório de Representação no Brasil) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)”, apoiados pela Secretaria de Direitos Humanos (SEDH) e o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), realizarão, em 16 de novembro de 2010, o Seminário “Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação”.
O evento terá como objetivo estabelecer um debate abrangente sobre as oportunidades e os riscos associados ao uso da Internet por crianças e adolescentes, bem como sobre as ações que podem ser tomadas para maximizar as primeiras e minimizar os segundos, buscando assim contribuir para a formulação da política externa brasileira sobre o tema e das respectivas políticas públicas no País.
SEMINÁRIO
“Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação”
Data: 16 de novembro de 2010, das 9h às 18h
Local: Palácio do Itamaraty, Auditório Wladimir Murtinho (subsolo), Brasília
Inscrições gratuitas, pelo e-mail dsi@itamaraty.gov.br (informe nome e telefone).

PROGRAMA
9h a 9h30
ABERTURA: COMPROMISSOS DAS ENTIDADES ORGANIZADORAS COM A PROTEÇÃO DE CRIANÇAS NA INTERNET

Hadil da Rocha Vianna
Chefe do Departamento de Temas Científicos e Tecnológicos do Itamaraty

Vincent Defourny

Carmen Silveira de Oliveira

9h30 a 12h30
RISCOS E OPORTUNIDADES DA INTERNET PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: METODOLOGIAS E RECOMENDAÇÕES

Moderador: Pedro Dória

O programa “EU Kids Online
Brian o’Neill

O exercício e a proteção dos direitos das crianças na Internet
Carmen Silveira de Oliveira

Análise do tema a partir da perspectiva da ética na sociedade da informação
Guilherme Canela

14h a 16h
O USO DA INTERNET POR CRIANÇAS E ADOLESCENTES: DIAGNÓSTICO E DESAFIOS

Moderadora: Fernanda Mena

Internet, socialização de crianças e adolescentes e a função familiar
Rosely Sayao

Diagnóstico e desafios no Brasil
Thiago Tavares

Internet e educação: o que podem as tecnologias na escola?
Marcia Padilha Lotito

Internet e desenvolvimento infantil: a questão do consumo
Isabella Henriques

16h a 18h
RECOMENDAÇÕES PARA MINIMIZAR RISCOS E MAXIMIZAR OPORTUNIDADES DAS CRIANÇAS NA INTERNET

Moderadora: Cora Rónai

As crianças brasileiras e a Internet: conclusões da pesquisa “TICs Crianças 2009”
Alexandre Barbosa

Conhecimento, cultura e participação: o exercício de direitos na Internet
Marília Maciel

Articulando soluções na América Latina: o Memorando de Montevidéu
Carlos Gregorio

Davi Ulisses Brasil Simões Pires

O papel das empresas
John Burchett

Mais informações em: http://culturadigital.br/gisi/criancas/ 

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