"Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido" Malcom X
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Embaixada do Irã comemora os 36 anos da Revolução Islâmica

Fonte: Iranews

Comemoração em Teerã (Iranews)

Em comemoração aos 36 anos da Revolução Islâmica, a Embaixada do Irã em Brasília recebeu nesta quarta-feira, 11/02, diplomatas, parlamentares e jornalistas, entre outros convidados e autoridades de diversos países.

O evento foi aberto com a execução dos hinos do Brasil e do Irã, pela banda da Marinha do Brasil. Na sequência, o embaixador Mohammad Ali Ghanezade fez um pronunciamento destacando os avanços e conquistas do Irã nesses 36 anos.

Discurso do Embaixador, Mohammad Ali Ghanezade

Em nome de Deus
Senhoras e Senhores ,
Honrosos Embaixadores,
Prezados convidados,

1. Sejam bem vindos à Cerimônia do 36º Aniversário da Vitória da Grande Revolução Islâmica sob a liderança do Eman Khomeini e a Data Nacional da República Islâmica do Irã.

2. O Sistema da República Islâmica do Irã foi constituído em 1979, baseado na democracia religiosa e num ambiente plenamente democrático com o voto favorável de 98,88% da população. Hoje, depois de 36 anos, declaramos firmemente que contando com o voto, o apoio e a força da população, o Irã se transformou no país mais estável da tumultuada região do Oriente Médio.

3. A República Islâmica do Irã, graças a Revolução Islâmica e à liderança intelectual do Reverendíssimo Aiatollá Khamenei, e com o respaldo da força popular de intelectuais e jovens estudiosos, obteve importantes conquistas nas áreas de ciência espacial, ciência nuclear pacífica, biotecnologia, nanotecnologia, células tronco, pesquisa aero-espacial, indústria pesada, indústria militar, entre outras. E um exemplo claro dessas conquistas é o lançamento bem sucedido do 5º Satélite de pesquisas da República Islâmica do Irã, denomidado “ FAJR”, que no dia 1º de fevereiro desse ano, foi colocada em órbita e logo começou a comunicação com o centro de controle de terra no país.

4.  A República Islâmica do Irã mostrou que a ameaça e o embargo não podem barrar o seu avanço tecnológico, seja na área nuclear ou na área científica. Reafirmamos que as atividades nucleares do Irã são pacíficas e não militares. Não existe nenhuma ameaça à sociedade mundial, e do ponto de vista religioso, a liderança do Irã declarou que é proibido ter armas de destruição em massa pois é contra as leis islâmicas.

Durante o ano passado tivemos os mais transparentes diálogos sobre o assunto nuclear com as nossas partes de negociações e acreditamos que o único caminho para eliminar as dúvidas bilaterais numa posição igualitária, e assim, solucionar o assunto é o diálogo.

Um acordo definitivo sobre o programa nuclear pacífico iraniano, será sem dúvida o início da cooperação abrangente no sentindo de instalação da segurança e da paz na região e no mundo.

Senhoras e Senhores,

5. Hoje em dia um dos grandes desafios do mundo é o fenômeno nefasto do terrorismo. A República Islâmica do Irã, como uma das vítimas do terrorismo, durante esses 36 anos sempre pautou em seu programa de ação a luta contra todo o tipo de terrorismo. Destacou nos seus programas o empenho pela paz mundial, solução de conflitos e crises por meio de diálogos, sem o uso da força e a luta contra qualquer tipo de violência.

Nesse sentido, A proposta do Exmo Sr. Dr. Rohani, Presidente da República Islâmica do Irã, sobre “Diálogo das Civilizações e o Mundo sem violência e sem extremismo”, em 2013, foi bem recebida e aprovada pela Organização das Nações Unidas. Em seguida, em novembro de 2014, a Conferência Internacional “O Mundo contra a violência e o Extremismo” foi realizada em Teerã com a presença de altas autoridades dos países, estudiosos e especialistas de todo o mundo. Conforme proferiu o Reverendíssimo Aiatolá Khamenei, infelizmente a luta contra o terrorismo transformou-se, por alguns, em pretextos à violência, imposição, acobertamento de intenções para dominação e acesso às riquezas e recursos naturais dos povos.

O terrorismo se dividiu em duas partes, terrorismo bom e terrorismo ruim, e como consequência disso, surgiram sinais de islamofobia e a existência de um duplo critério de defesa da liberdade de expressão e a normalização da hostilidade contra os valores islâmicos. Por isso, o Líder Supremo enviando uma mensagem aos jovens europeus e americanos, perguntou: “Por que a política antiga de espalhar o medo e o ódio, agora com uma força sem precedentes, mirou o Islam e os muçulmanos? Porque a estrutura do poder mundial, no mundo atual, quer isolar o pensamento islâmico? Será que existem significados e valores islâmicos que prejudicam os objetivos das grandes potências? Quais interesses poderiam ser realizados expondo uma imagem falsa do Islam?"

Ele também pediu aos jovens que não permitam que hipócritas apresentem seus terroristas recrutados como representantes do Islam. E que os próprios jovens consultem diretamente o Alcorão.

Prezados,       
 
6. A estratégia de Políticas Exteriores da República Islâmica do Irã se baseia na interação construtiva com o mundo. O Governo da República Islâmica do Irã além de ter crescentes boas relações com seus vizinhos, sem nenhuma tensão, sempre tem pautado na sua política exterior o desenvolvimento de suas relações com outras regiões e países do mundo. O Exmo. Sr. Dr. Rohani, Presidente da República Islâmica do Irã, tem uma visão prática e pragmática em relação à política exterior e acredita na interação construtiva com o mundo e no diálogo para a solução das crises e conflitos.

Caros convidados,

7. Tenho a honra de dizer que as relações entre a República Islâmica do Irã e a República Federativa do Brasil têm mais de 110 anos. Os dois países durante esse tempo, baseando-se no respeito mútuo e reciprocidade, desenvolveram relações em várias áreas e tiveram cooperações estreitas nos fóruns internacionais. Hoje o volume de intercâmbio comercial entre os dois países, apesar dos embargos injustos do ocidente contra o Irã, alcança US$ 1.5 (um milhão e quinhentos mil dólares). As visitas das missões políticas, econômicas e comerciais entre o Brasil e Irã tiveram continuidade durante o ano passado, como por exemplo, a visita do Ministro de Agricultura e  o Abastecimento do Brasil e de três grupos de deputados e senadores brasileiros a Teerã, além das viagens de vários empresários industriais e investidores de setores privados ocorridos entre os dois países.

8. A República Islâmica do Irã e a República Federativa do Brasil têm grandes potências para desenvolverem suas relações nas dimensões bilaterais e multilaterais. As posições estreitas e convergentes nos assuntos como a democracia, a luta contra o terrorismo e o respeito aos  Direitos Humanos resultaram na cooperação conjunta nos fóruns e organizações internacionais dos dois países.

9.  Finalmente, agradecendo novamente a presença de todos os prezados convidados nessa cerimônia e com votos de bem-estar, saúde e prosperidade para os dois grandes povos, Brasil e Irã, convido vocês a degustarem da culinária iraniana.   

Muito Obrigado.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Fórum Brasil de Comunicação Pública






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Será realizado nesta semana o Fórum Brasil de Comunicação Pública. O evento ocorrerá nos dias 13 e 14 de novembro, na Câmara dos Deputados, e discutirá temas como universalização do acesso, convergência de linguagens e conteúdo interativo, formas de financiamento do sistema público de radiodifusão e políticas de fomento para o segmento audiovisual. Promovido pela Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados em parceria com a Frente Parlamentar pela Liberdade e o Direito à Comunicação com Participação Popular (FrenteCom), esse evento dará sequência aos dois primeiros fóruns de TVs Públicas e ao Seminário Internacional da Comunicação Pública, realizados em 2006, 2009 e 2012, respectivamente. Ao final do Fórum, as organizações participantes entregarão a plataforma consolidada de demandas para a comunicação pública ao/à Presidente da República eleito. Inscrições aqui.  
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3215 5620 

Confira a programação:  

13/11/2014
09:00 às 18:00 - Auditório Nereu Ramos. Fórum Brasil de Comunicação Pública 
09:00 - Abertura 
10:30 - Painel 1 - Regulação do Campo Público 
Presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informação da Câmara dos Deputados - deputado Ricardo TripoliPresidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal - senador Zeze Perrella Representante da Associação de Rádios Públicas do Brasil (ARPUB) - Orlando GuilhonMinistro de Estado da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República - Thomas Traumann Professor da Universidade de Brasília (UnB) - Murilo César Ramos Mediação: deputada Luiza Erundina (Presidente da FrenteCom) 
12:30 - Intervalo para o almoço  
14:00 - Painel 2 - Tecnologia e Infraestrutura do Sistema Público 
Ministro de Estado das Comunicações - Paulo Bernardo Representante da Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas (Astral)Representante da Empresa Brasil de Comunicação (EBC)Representante da Frente Nacional pela Valorização das TVs Comunitárias do Campo (Frenavatec)Mediação: Fernando Moreira - Associação Brasileira da Televisão Universitárias (ABTU) 
16:30 - Grupos de discussão - Plenários das Comissões
1. Gestão e Participação (autonomia e mecanismos de participação social: conselhos, ombudsmen, ouvidorias, direito de resposta, conselhos comunitários e outros mecanismos)
Mediação – Conselho Curador da EBC
2. As rádios comunitárias no campo público da radiodifusão (criminalização, anistia e reparação; mudanças necessárias na legislação, impactos da mudança do rádio AM para o FM, definição de comunitária (o fenômeno das rádios religiosas) Mediação – AMARC/MNRC 
3. Canal da CidadaniaMediação – Frenavatec/ ABCCOM 
4. Rede de Comunicação Pública Mediação - ABEPEC  

14/11/2014
09:00 às 19:00 - Auditório Nereu Ramos. Fórum Brasil de Comunicação Pública 
09:00 - Painel 4 - Convergências de Linguagem e Conteúdo 
Ministra de Estado da Cultura - Marta Suplicy
Presidente da TV Cultura de São Paulo - Marcos Mendonça
Mediação: deputada Luciana Santos
 11:00 - Painel 5 - Financiamento do Sistema Público e Políticas de Fomento para o Audiovisual 
Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República - Aloizio Mercadante Presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine) - Manoel Rangel Representante da Associação Brasileira de Canais Comunitários (ABCCOM)Representante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação Mediação: Ana Fleck – Presidenta do Conselho Curador da EBC
13:00 - Intervalo para almoço 
14:00 às 16:00 - Gabinetes. Fórum Brasil de Comunicação Pública
14:00 - Grupos de discussão - Plenários das Comissões 
1. Financiamento do Campo Público (publicidade governamental, fundos de financiamento, Lei do Seac, sustentabilidade das emissoras)- Mediação: Intervozes
2. A situação dos trabalhadores do campo público - Mediação: Sindicato dos Jornalistas/Fitert 
3. Conteúdo e diversidade (produção independente e regional, cotas, representação, publicidade infantil)- Mediação: Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Comunicadores
16:00 - Plenária final Apresentação dos resultados dos Grupos de Trabalho
18:30 - Entrega do documento final Apresentação da plataforma dos movimentos para as políticas de comunicação do campo público ao/à Presidente da República eleito(a). 

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

CN INTERNACIONAL - Divulgação: Primeira Semana Árabe Fearab Brasil








A formação da cultura brasileira recebeu forte influência de várias outras culturas que ajudaram, ao longo dos últimos 514 anos, a consolidar nossa tão característica diversidade cultural.

Dentre essas múltiplas influências, a cultura árabe é uma das mais marcantes, com reflexos na gastronomia, no vestuário e nas artes em geral.

Para apresentar os variados aspectos dessa tradição a Federação das Entidades Árabes Americanas iniciou nesta segunda-feira a Primeira Semana Árabe Fearab Brasil.

Com apoio da Fearab América, os eventos serão realizados até o sábado dia 27 de setembro.

Todas as atividades ocorrem na Biblioteca Nacional de Brasília e a programação conta com uma mostra de filmes árabes, debates, oficinas, apresentações de dança e a exposição "Presença Árabe no Brasil em Imagens" com 80 fotografias representativas da influência cultural desta tradição milenar em nossa arquitetura, na gastronomia e até em nosso idioma.

Aziz Jajour, presidente da Fearab Brasil e Fearab América nos conta os objetivos e detalhes do que o público vai poder conferir nesta Primeira Semana Árabe:

AJ - "O objetivo maior da Semana Árabe é dar uma abertura ao povo brasileiro de conhecer a nossa realidade, da nossa tradição, da nossa cultura, nossa origem, como contribuidores para a formação da história da humanidade nesses últimos tempos e [também] mudando um pouquinho, tirando um pouco do rótulo do que vem acontecendo, [sobre] as questões negativas que ocorrem no Oriente Médio. Nós teremos aqui palestras, painéis, apresentações de dança, da culinária e das artes, uma exposição de fotos e uma série de eventos culturais e eventos também de alto nível humanitário, já que a nossa ideia é justamente trazer à tona essa questão [humanitária]"

Há ainda painéis onde o público vai poder conferir temas que estão na ordem do dia, como os conflitos que vem ocorrendo na Síria e os ataques mais recentes à Palestina:

AJ -"Nós gostaríamos de colocar as pessoas a par do que de fato está acontecendo, trazendo pessoas que vivem essa situação, que vivem essa realidade lá e mostrando como é que as coisas tem ocorrido e até buscando dessas pessoas participantes, a maior parte brasileiros, sugestões e contribuições para que nós venhamos de alguma forma ajudar a resolver algumas questões, resolver alguns problemas. Nós somos um povo pacífico e o Brasil é um país muito respeitado, é muito ouvido. Então nós, como Fearab Brasil e hoje [também] presidindo a Fearab América, hoje nós temos uma fonte, um canal de comunicação extremamente amplo e nós gostaríamos de utilizá-lo com a ajuda do nosso povo brasileiro"

A cidade também sedia esta semana o Congresso Extraordinário Pan-Americano Árabe da Fearab América que ocorre de 25 a 27 de setembro no mesmo local. A programação também é aberta ao público:

AJ -"[Ele acontece] na Esplanada dos Ministérios, todos são convidados a estar participando dos fóruns, principalmente dos painéis e contribuindo com a gente. Nós juntos, a quatro mãos, acreditamos poder estar mudando, revolucionando, trazendo uma luz de [novas] ideias para esses líderes que estão, de alguma forma, um pouco perdidos. Nós acreditamos que podemos contribuir. Eu gostaria de convidá-los a participar, bem como todos os ouvintes, é uma honra e um prazer muito grande recebê-los aqui. Nós estamos, como eu disse, aqui na Biblioteca Nacional, sempre na parte da tarde e a nossa ideia é - utilizando a informação e buscando a paz - dar soluções a essas crises que vem ocorrendo pelo mundo. A nossa ideia é de paz. Nós gostaríamos de difundir esse sentimento e trazer ao povo brasileiro, que tem sempre nos acolhido com tanto carinho, essa mensagem"

A comunidade árabe do DF e de outras partes do país, além de representantes de instituições culturais e de investigação sobre temas ligados ao mundo árabe tem presença garantida ao longo de toda esta Primeira Semana Árabe.

Dentre os destaques, a professora Claude Fahd Hajjah, autora do livro Imigração árabe: 100 anos de reflexão participa na quinta-feira de um bate-papo no auditório da Biblioteca Nacional. O público terá acesso gratuito a todas as atividades.

Para participar, os interessados devem retirar suas cortesias no dia de cada evento, a partir do meio dia, na própria Biblioteca Nacional de Brasília, devido à limitação do espaço onde vão ocorrer as atividades.

Professores, grupos de pesquisa e escolas interessados em organizar visitas, podem entrar em contato pelo e-mail secretaria@fearab.net.


A programação e outras informações podem ser conferidas no portal: www.fearab.net ou pelo telefone (61) 3272-0008. 

Reportagem (agenda) veiculada na Rádio Cultura FM:





Primeira Semana Árabe Fearab Brasil - de 22 a 27 de setembro

Biblioteca Nacional de Brasília 

Programação Detalhada:

Segunda-feira 22 de setembro – abertura do evento
• 13h – Exibição de filme: O que resta do tempo (dirigido por Elia Suleiman)
• 15h – Painel sobre a Palestina com o professor Abdel Latif (SP)
• 18h – Coquetel de inauguração da Semana Cultural Árabe
Abertura da Exposição Presença Árabe no Brasil em Imagens – aberta durante toda a semana para visitação das 8h às 19h45 de seg a sex e 8h às 14h sab e dom.

Terça-feira 23 de setembro • 13h – Exibição de filme: O Edifício Yacoubian (dirigido por Marwan Hamed)
• 15h – Painel sobre a questão Síria com participação do Excelentíssimo Embaixador da RepublicaÁrabe da Síria.
• 16h – Apresentação do livro "Música árabe: expressividade e sutileza" pela autora Marcia Dib (Icarabe Brasil/SP)
• 17h – Apresentação de percussão oriental com Messer Di Carlo
• 18h – Reprise de filme: O Edifício Yacoubian

Quarta-feira 24 de setembro
• 13h – Exibição de filme: Welad El Am (dirigido por Sherif Arafa)
• 17h – Oficina de Derbake com Messer Di Carlo
• 18h – Reprise de filme: Welad El Am

Quinta-feira 25 de setembro – Dia da Comunidade Árabe no Distrito Federal
• 13h – Exibição de filme: Sob o céu do Líbano (dirigido por Randa Chahal Sabbag)
• 15h – Painel A Imigração Sírio-Libanesa no Brasil – com Claude Fahd Hajjar (autora do livro ImigraçãoÁrabe 100 anos de Reflexão)
• 16h – Apresentação de dança do ventre
• 17h – Oficina de Dabke com Ousseima Imad
• 18h – Reprise de filme: Sob o céu do Líbano


Sexta-feira 26 de setembro
• 13h – Exibição de filme: El Gusto (dirigido por Safinez Bousbia)
• 16h - Painel A língua árabe e as atividades do Instituto de Cultura Árabe Brasileira Icab Brasília
• 17h – Apresentação do livro "Viagem ao Iraque" pela autora Claudia Falluh Balduino (professora UnB)
• 18h Painel sobre: Dança espetáculo em “Dança Oriental” (Racks el Sharq) seguida de apresentação de performance improvisada dentro da estética Racks el Sharq com Amanda Rosa.
• 19h – Encerramento da Semana Árabe (com apresentação de dança)

Sábado 27 de setembro
• 10h – Fórum aberto ao público Fearab América: A influência da mídia na construção da imagem árabe(com entrega de certificado aos participantes - inscrições por e-mail secretaria@fearab.net)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Um relato sobre a Segurança Pública no DF

Demorei a me decidir por escrever sobre isso. Estamos em período eleitoral e muitas confusões pra cima de moi podem ocorrer por causa de uma simples "blogada". Mas a questão é que acredito que não podemos fugir desse debate.

Meu filho foi assaltado hoje. Está tudo bem com ele. Foi um grande susto apenas. Mas não é sobre isso, exatamente, que quero falar. É sobre o inegável desamparo que paira sobre a juventude de Brasília.

Apenas para contextualizar, explico que ele se desloca diariamente por um quadrilátero que compreende a escola e as aulas de vôlei e de inglês, todos localizados em pontos muito próximos um do outro e próximos também do meu local de trabalho.

Um homem o abordou hoje perto da quadra poliesportiva das 106/107 sul. Levou o celular e algum dinheiro (trocados que ele tinha no bolso e na carteira). Logo depois, meu filho se dirigiu ao comércio local, pediu ajuda a uma moça na lavanderia (em que costumo ir) e me ligou (aos prantos, lógico).

Assim que recebi a ligação, liguei para o 190 avisando que ele tinha acabado de ser assaltado, se não poderiam enviar uma viatura, verificar se o cara estava por perto. Me disseram que "estariam providenciando" naquele momento. Cheguei lá e nada, ele estava sozinho. Uma dupla de policiais - os chamados "Cosme&Damião" - passava um pouco mais à frente. Corremos para alcançá-los e começamos a relatar o fato, comentei que havia feito o registro pelo 190. Eles iam anotando as características do sujeito, pareciam enviar os dados para algum whatsapp da polícia (isso não ficou muito claro) e encerraram com um "fica tranquila, vamos resolver isso". Pensei que iniciariam alguma busca, mas eles saíram calmamente batendo papo, continuando a ronda que interrompemos. Decidi ligar novamente para o 190 e ver se a viatura estava a caminho. Para minha surpresa, sequer havia registro da minha chamada anterior. Depois de passar todos os dados novamente (nome, telefone, local etc) o atendente simplesmente me disse que não havia "nada no sistema". Pedi a ele o número do celular 24h que o Batalhão Escolar divulga para recebimento de ocorrências e ele disse que não tinha(!). Agradeci e, antes de desligar, pedi que registrasse meu descontentamento com o serviço, no que ele prontamente respondeu: "para isso, a senhora liga na ouvidoria". Liguei em seguida para uma colega que, por coincidência, há poucas semanas fez uma matéria sobre o altíssimo índice de violência que vem ocorrendo com estudantes nas imediações das escolas do DF e ela me passou o número. Avisei ao atendente que estaria na porta da escola, onde já tinha comunicado à direção sobre o assalto. Esta, por sinal, me relatou que pede TODOS OS DIAS pelo reforço do Batalhão Escolar, ao menos no horário de pico (nas saídas), mas que eles alegam que não há efetivo para isso.

Levou apenas 5 minutos para a viatura do Batalhão Escolar chegar. Esta foi a boa surpresa. A ruim é que eles nos disseram que há somente uma única viatura para toda a região - sim, TODO O PLANO PILOTO - e que, portanto, aquela dupla e aquele carro eram os responsáveis por toda a área (Asas Sul e Norte, Lagos Sul e Norte, etc). Nesse momento, me veio à cabeça que nas outras regiões administrativas (mais periféricas e afastadas do "centro") a situação deve ser bem pior. Senti um aperto no coração pelas crianças e adolescentes que vivem e estudam nessas regiões.

Comentei com eles que fiquei confusa sobre a comunicação entre as polícias já que além do 190 não ter registrado minha chamada, o fato não tinha sido passado nem à dupla que fazia ronda naquela região nem à eles, do Batalhão Escolar. A resposta do policial, em detalhes sórdidos, não poderei escrever aqui. Tanto ele quanto o parceiro, me pareceram (e foram os únicos até ali) realmente interessados na ocorrência e para esse tipo de informação (saber QUEM ele é) sei que a "inteligência" do Estado (falo de todos) funciona muito bem. Sendo assim, não quero prejudicá-lo em um momento de "desabafo" mas, em resumo, eles não tem quaisquer condições (físicas, materiais e outras) de atender às crianças e adolescentes em situações de violência por vários motivos. Mas eles não precisariam me dizer, os fatos gritavam o óbvio.

Primeiramente, me pareceu que não existe uma "comunicação integrada" de fato no sistema de segurança pública de Brasília. Sou leiga nesse assunto, então posso estar falando uma grande bobagem, mas me parece lógico que, ligando para o 190 e informando um assalto naquela área, uma viatura talvez nem fosse necessária, já que uma dupla 'Cosme&Damião' estava a menos de 100 metros de onde meu filho estava. Ou seja, a escala das rondas não deveria ser de conhecimento dos que são responsáveis por mobilizar e deslocar efetivos pela cidade? Houvesse uma forma de comunicação mais efetiva, a dupla teria chegado até ele na metade do tempo que levei para chegar (em meio ao hush do almoço). Talvez até, com sorte e alguma disposição, teriam a chance de encontrar o sujeito. Sinceramente, não sei qual o índice que se usa para determinar até onde se deve ir ou não nestes casos, em termos de alocação de recursos públicos para uma ocorrência, mas o atendimento do 190 me pareceu quase dizer: "ah, foi só um celular e ele está bem? ok, nada a fazer, próximo!". Então, se essa não é uma atribuição deles, pelo crime em si que foi "pequeno" diante de tantas atrocidades que ocorrem por aí, que demandassem ao Batalhão Escolar para que fizessem ao menos um relatório sobre o fato, para estatísticas e estudos que levam a.... estratégias de segurança. Ou não?

Para deixar o caso ainda mais bizarro, o assalto ocorreu há 50 metros de um "Centro Integrado de Proteção à Criança e ao Adolescente". Vejam aí no Google, entrequadras sul 106/107. Há uma quadra poliesportiva (onde pessoas jogam bola, caminham, mas claro, ninguém percebeu o assalto ou não quiseram se envolver) e do outro lado da rua, um posto de gasolina. Colado nele, esse centro, que eu pensei - e os PM´s do Batalhão também pensaram! - ser uma delegacia da mulher (PS: eles não souberam me indicar a delegacia mais próxima para fazer a ocorrência, acreditem se quiser). Passando de carro para que meu filho mostrasse o local exato do ocorrido, o nome no letreiro me chamou a atenção e parei para verificar. Os cones na frente já indicam que o local está desativado. Encontrei um funcionário que me disse ser agente do antigo Caje e que me informou que o local estava em reformas e, à pedido da comunidade, ele estava ali para evitar que o prédio público (quase abandonado) fosse ocupado por usuários de crack. Segundo ele, não há previsão para que o local passe a funcionar, afinal, estamos em "período eleitoral". Pensei, se ainda não há estrutura alguma ali, funcionários, equipamentos, viaturas, nada, se não há atendimento, para quê exatamente há uma placa imensa dizendo que ali se realiza esta atividade? Não seria mais lógico, colocar uma placa informando sobre um serviço público somente quando este de fato estivesse sendo ofertado?

Volto a dizer que estou narrando fatos e o meu olhar como mãe e cidadã sobre esses acontecimentos. Como jornalista, não apurei ainda se o que vi e ouvi dos vários agentes de segurança com quem falei (por telefone e pessoalmente) refletem a realidade para além do que eu estava constatando. Até por que pautas sobre a nossa nada mole vida doméstica são sempre complicadas. Mas alguns questionamentos me vieram à mente. Primeiro, me pareceu haver um grau de vulnerabilidade sobre as crianças e adolescentes do DF bem maior do que supomos. Se eu fosse a vítima? Se eu fosse uma adolescente? Se minha família, por algum motivo, não pudesse se deslocar rapidamente até onde eu estava? Se eu tivesse acabado de sofrer um abuso, o atendimento teria sido diferente? Registre-se aqui que meu filho sequer cogitou ligar para o 190, mas talvez instintivamente eles saibam que isso não vai ajudar.

Tenho os pés no chão. Sou carioca e meu marido é paulistano, temos completa clareza do quanto nossas cidades de origem são infinitamente mais violentas do que Brasília. Em São Paulo e no Rio, assaltos cinematográficos à mão armada são (triste) rotina para a população. No DF, sabemos que a situação de violência urbana caminha para esse quadro mesmo ainda não sendo a mesma. E isso é percebido no dia-a-dia, nos vários relatos de assaltos em ônibus, roubos a mão armada, sequestros relâmpagos. São muitas as razões para que uma metrópole chegue a esse quadro, inclusive o próprio crescimento das cidades em torno dela. E nem quero me aprofundar em análises sobre o alarmante relatório do CNJ sobre a população carcerária no Brasil. A Segurança Pública é um tema espinhoso mesmo, com muitas variáveis, começando naquela recorrente (e certeira) tecla em todos os discursos, a tal da educação.

O fato é que hoje eu tive uma estranha sensação, a de que os agentes de segurança podem estar - voluntariamente ou não - nos enviando alguns recados que sim, pressupõem muitas abordagens, até mesmo em razão do momento político que estamos vivendo. Mas exponho aqui esse relato, na tentativa de que a gente possa, como sociedade, pensar sobre essas muitas possibilidades e sobre a parte que nos cabe nesse latifúndio.


PS: vale a pena ouvir a reportagem citada, com outros relatos e dicas de segurança para os estudantes.

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Juliana Medeiros é jornalista.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Encontro Criativo - DF





Hoje, 1º de agosto às 18h30, será realizado um encontro criativo entre cidadãos e cidadãs de Brasília com o propósito de identificar ações colaborativas para gerar ampla participação no Dia e na Semana Mundial Sem Carro, entre 15 e 22 de setembro. 

Venha participar desta causa comum, trazendo suas boas ideias, inspirações e talentos!!

terça-feira, 31 de julho de 2012

Venezuela se torna membro pleno do Mercosul

Do portal OperaMundi:

A Venezuela já faz parte do Mercosul. Os presidentes do Brasil, Dilma Rousseff, da Argentina, Cristinha Kirchner, e do Uruguai, José Mujica, oficializaram a inclusão do país ao bloco regional na tarde desta terça-feira (31/07), em cerimônia realizada em Brasília.


Dilma Rousseff, Hugo Chávez, Cristina Kirchner e José Mujica formalizam a incorporação da Venezuela no Mercosul
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, agradeceu aos pares sul-americanos e ressaltou que o evento, histórico, se assemelha à primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil. "Sinto que o evento de hoje, a entrada da Venezuela no Mercosul, tem alguma semelhança com o dia em que este povo querido do Brasil elegeu como seu presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O povo do Brasil elegeu o Lula, e começou a mudar sua história", disse Chávez.

De acordo com o presidente venezuelano, "há tempos a Venezuela devia ter entrado" no Mercosul. "Isso coincide com um novo ciclo político, constitucional que se iniciará em breve na Venezuela. Nada mais oportuno para isto que o evento de hoje, que é, sem dúvida, do interesse nacional de todos os países do Mercosul", declarou.

Chávez também exaltou a democracia na Venezuela, que realiza em outubro próximo eleições presidenciais, nas quais o presidente tentará um outro mandato. "A Venezuela hoje, apesar de seguirem nos taxando de ditadura, tem um processo democrático que amadureceu bastante", disse. "É positivo o ingresso da Venezuela no Mercosul(...) Começamos a nos situar na nossa exata dimensão geopolítica".


Dilma Rousseff, que falou na cerimônia antes de Chávez, afirmou que "o Mercosul consolida-se como potência energética e potência alimentar global", e que a incorporação da Venezuela "amplia as potencialidades do bloco". A presidente argentina também criticou o golpe de Estado contra o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, há cerca de um mês. Segundo Dilma, os países que integram o bloco "têm um compromisso inequívoco com a democracia" e agem de forma coordenada. "Nossa perspectiva é que o Paraguai normalize sua situação."

O Paraguai foi expulso do Mercosul após desrespeitar a cláusula democrática que rege o bloco. A decisão de incluir a Venezuela na união aduaneira aconteceu na última cúpula do Mercosul, em Mendoza, Argentina, em reunião de nível presidencial.

Antes da reunião, os chanceleres de Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela acertaram os termos para adesão do país de Chávez ao bloco. Dentre as ações mais importantes estão a fixação de Tarifa Externa Comum e a eliminação de tributos de importação entre os demais membros plenos do bloco.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Amanhã é dia de Sarau Universos em Brasília

Amanhã acontece na Embaixada da Venezuela em Brasília a segunda edição do Sarau Universos.


Idealizado pela produtora cultural Roberta Doelinger, o 1º Sarau Literário UniVersos ocorreu em 2010 na Cotidiano Livraria. Os escritores convidados foram: Fernando Freire e Aharom Avelino. Alguns dos poetas homenageados foram Drummond, Baudelaire e Edgar Allan Poe além de vários textos de Renato Russo. Houve ainda a participação da Banda Casa 20 e participaram os escritores: Heitor Humberto de Andrade, Dr. Marcio Bontempo e Ramaiana Ribeiro. 


O 2º Sarau UniVersos está sendo organizado por Roberta Doelinger em parceria com a escritora Gacy Simas e ocorrerá na Embaixada da República Bolivariana da Venezuela, com o apoio do Adido Cultural Amarú Araujo Villegas, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e da Academia de Letras do Brasil – DF.



A programação contará com:
Participação Especial: Coral Alegria
Escritores/Poetas: *Cristiane Sobral  *Alen Guimarães (Poeta dos Ventos) *Nena Medeiros *Junio Veloso Matos *Rubens Neco *Gacy Simas *Vânia Diniz *Paulo Diniz *Elias Daher *Fernando Freire *G.Gaitero  (Apresentação Cordel Musical)
Stand Up: Escritor Uruguaio *Raúl Ernesto Larrosa Ballesta
Apresentação Musical: *Myrlla Muniz *Nestor Kirjner *André Porto

Serviço:
Data: 21 de junho (quinta-feira)
Local: Auditório Francisco de Miranda - Embaixada da Venezuela
Horário: 19h às 22h
Endereço: SQS AV. das Nações Qd 803 Lote 13
Entrada franca
Haverá Varal de Poesias      
                


quarta-feira, 30 de maio de 2012

ELEIÇÕES DO SINDESCRITORES-DF RENOVA MANDATO DE ELIAS DAHER



ELEIÇÕES DO SINDESCRITORES-DF RENOVA MANDATO DE ELIAS DAHER

O presidente do Sindicato dos Escritores, Elias Daher, teve seu mandato renovado em eleições com a participação de quase 100 escritores de Brasília.
  
O Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, primeira entidade sindical de escritores do Brasil, fundada em 1977, realizou eleições na manhã do último dia 26 de maio, sábado, na Livraria Café com Letras.

Os filiados adimplentes compareceram para votar em uma das duas chapas concorrentes; chapa Reynaldo Jardim encabeçada pelo escritor e poeta Marcos Freitas, e a vencedora Cora Coralina, que renova a gestão do atual presidente Elias Daher por mais três anos, com novos membros em sua diretoria. Dentre eles, o jornalista Heitor Humberto de Andrade que participou da fundação do sindicato e agora compõe o Conselho de Ética.

O evento contou com a participação de cerca de 100 pessoas que passaram pela livraria, inclusive poetas e escritores que, como Heitor Andrade, remontam à fundação do Sindescritores-DF. Um deles, o poeta Menezes y Moraes contou já ter participado duas vezes da direção da entidade, uma como vice-presidente e outra como presidente, e lembrou que embora a profissão de escritor seja reconhecida pelo Ministério do Trabalho, ainda são poucos os escritores que podem viver da escrita.

Esta, segundo o jornalista e escritor Pedro César Batista, eleito Diretor de Relações Institucionais, é a principal tarefa desta diretoria: a regulamentação da profissão de Escritor. A pretensão é antiga, mas desta vez, foi criada uma comissão especial com o propósito de defender os interesses dos escritores junto ao Poder Legislativo. Segundo Batista, o sindicato já está preparando um ciclo de debates que permitirá  amadurecer as propostas da categoria.

Uma presença importante nas eleições foi a do escritor e médico pediatra Dr. Dioclécio Campos Júnior, ex-secretário da Secretária de Estado da Criança do DF que, recém-chegado de viagem, fez questão de comparecer à votação.

Desde 2011 a diretoria, com a efetiva participação da Produtora Cultural Roberta Doelinger – agora eleita Secretária Geral –, o Sindescritores-DF vem realizando diversos encontros literários e, com o apoio da Academia de Letras do Brasil – DF , representada por sua presidente Vânia Diniz, realizaram a primeira Noite Literária de Brasília, uma sessão de autógrafos coletiva com a participação de escritores e poetas e público de mais de 350 pessoas. O evento já se tornou tradição cultural em Brasília.

O Sindicato participou também da última Feira do Livro de Brasília e da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, com espaço amplo reservado a debates, saraus, encontros literários, oficinas infantis e demais atividades que ajudaram a divulgar e renovar a confiança dos escritores na atuação da entidade.

Dentre as propostas da chapa vencedora para o Triênio 2012/2014 estão, além da regulamentação da profissão e da busca por uma sede – demanda pendente há mais de 30 anos –, oferecer à sociedade uma biblioteca com espaço para crianças e adolescentes, com o apoio do poder público.

Assessoria de Comunicação do Sindescritores-DF

Vídeo com imagens das eleições: http://youtu.be/ENqIzGRABSw


Chapa Eleita Cora Coralina
Presidente
Elias Daher
Secretária Geral
Roberta Von Doelinger
Segunda Secretária
Gabriela Saraiva
Tesoureira
Nena Medeiros
Segunda Tesoureira
Vânia Gomes
Assessora de Comunicação
Juliana Medeiros de Souza Castro
Diretora de Gestão Administrativa
Gacy Simas
Diretora de Assuntos Jurídicos
Celita Oliveira Sousa
Diretor de Relacionamento Institucional
Pedro Cesar Batista
Diretora de Gestão e Produção Cultural
Paula Ziegler

Conselho Fiscal
Ana Beatriz Cabral
Giuliany Matos
Aharom Avelino

Conselho de Ética
Vitor Gomes Pinto
Heitor Humberto de Andrade
Basilina Pereira

Conselho Consultivo
Rubens Neco
Cristiane Sobral
Vânia Diniz

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