"Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido" Malcom X
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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Amanhã é dia de Sarau Universos em Brasília

Amanhã acontece na Embaixada da Venezuela em Brasília a segunda edição do Sarau Universos.


Idealizado pela produtora cultural Roberta Doelinger, o 1º Sarau Literário UniVersos ocorreu em 2010 na Cotidiano Livraria. Os escritores convidados foram: Fernando Freire e Aharom Avelino. Alguns dos poetas homenageados foram Drummond, Baudelaire e Edgar Allan Poe além de vários textos de Renato Russo. Houve ainda a participação da Banda Casa 20 e participaram os escritores: Heitor Humberto de Andrade, Dr. Marcio Bontempo e Ramaiana Ribeiro. 


O 2º Sarau UniVersos está sendo organizado por Roberta Doelinger em parceria com a escritora Gacy Simas e ocorrerá na Embaixada da República Bolivariana da Venezuela, com o apoio do Adido Cultural Amarú Araujo Villegas, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e da Academia de Letras do Brasil – DF.



A programação contará com:
Participação Especial: Coral Alegria
Escritores/Poetas: *Cristiane Sobral  *Alen Guimarães (Poeta dos Ventos) *Nena Medeiros *Junio Veloso Matos *Rubens Neco *Gacy Simas *Vânia Diniz *Paulo Diniz *Elias Daher *Fernando Freire *G.Gaitero  (Apresentação Cordel Musical)
Stand Up: Escritor Uruguaio *Raúl Ernesto Larrosa Ballesta
Apresentação Musical: *Myrlla Muniz *Nestor Kirjner *André Porto

Serviço:
Data: 21 de junho (quinta-feira)
Local: Auditório Francisco de Miranda - Embaixada da Venezuela
Horário: 19h às 22h
Endereço: SQS AV. das Nações Qd 803 Lote 13
Entrada franca
Haverá Varal de Poesias      
                


segunda-feira, 12 de março de 2012

O que é o Ecad? E por que ele está cobrando direitos autorais de blogs?

Do Com Texto Livre:

Esta semana, o Ecad se tornou um dos assuntos mais discutidos por cobrar dinheiro de blogs que apenas embedaram vídeos do YouTube em alguns posts. Mas afinal, o que é o Ecad, e por que ele está fazendo isso?

O Ecad arrecada direitos autorais de músicas…

O Ecad (Escritório Central de Arrecadação) é um órgão privado, fundado em 1976 para arrecadar os direitos autorais de cada música tocada “em execução pública” no Brasil, seja ela nacional ou estrangeira. O dinheiro deve, então, ir para os artistas. O órgão é formado por nove associações – de músicos, compositores, intérpretes, autores e mais – que funcionam como sindicatos. E o Ecad é grande: são 26 unidades arrecadadoras, 780 funcionários e 45 advogados.

O Ecad arrecada direitos não só de rádio, TV e shows: bares, academias, consultórios médicos, carros de som, terminais de transporte e até mesmofestas de casamento, aniversários, arraiás e quermesses precisam pagar – esta é a lista completa. E a arrecadação nesses locais geralmente não é feita por quantidade de músicas tocadas: ou é pela receita bruta, ou por área do local (como bares e lojas) ou até mesmo por número de quartos (hotéis e motéis).

E como eles fazem para monitorar tudo isso? Eles contam com antenas no alto de prédios para captar o que as rádios tocam; gravadores em blocos e trios elétricos, para monitorar a apresentação pública; e seus fiscais, munidos de bloco e caneta, anotam o que toca nos shows para saber o que deve ser cobrado. Se eles descobrirem que algum estabelecimento não pagou o direito autoral, eles podem entrar com processo na Justiça.

A lei brasileira de direitos autorais, de 1998, prevê um só escritório central de arrecadação e distribuição, que “não terá finalidade de lucro”. O Ecad arrecadou R$432,9 milhões em 2010, dos quais R$346,4 milhões foram repassados. Em comparação, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) arrecadou R$263,3 milhões em receita no mesmo período.

…inclusive na internet…

O Ecad se envolveu em polêmica esta semana por cobrar taxa mensal de blogs que embedam vídeos do YouTube e do Vimeo com músicas. O blog de design Caligraffiti e o blog pessoal A Leitora foram obrigados a pagar R$352,59 por mês, valor alto considerando que eles não têm fins lucrativos. O Ecad justifica a medida afirmando que os sites são retransmissores, pois “o uso de músicas em blogs se trata de uma nova execução” pública. O Ecad ainda diz que, de acordo com a lei de direitos autorais, a existência de lucro direto não é requisito para cobrar os direitos.

Eles negam que os blogs sejam seu novo alvo, mas avisam: “todo usuário que executa música publicamente em site/blog, ao ser captado, pode receber um contato”. O Ecad afirma que “aproximadamente 1.170 sites que utilizam música publicamente na internet” estão cadastrados na entidade, entre “sites de grande, médio e pequeno portes”.

O blog Caligraffiti deve pagar R$350 mensais ao Ecad  

…onde eles também recebem direitos autorais do YouTube…


O Ecad firmou em 2010 um acordo com o Google, após quase dois anos de negociações, para receber direitos autorais sobre vídeos no YouTube com músicas da entidade. Eles receberam do Google R$252.000 referentes ao período de um ano (julho de 2010 a julho de 2011). Então por que estão cobrando de novo? Segundo o Ecad, porque eles podem cobrar por novo uso da música: “a autorização para o uso por uma [das modalidades] não se estende para as demais”, diz o Ecad em nota.

Segundo o cantor e compositor Leoni, “com o YouTube, a cada 150 mil visualizações de um clipe, você recebe R$ 1,00 de direito autoral”. Por essa regra, um blog pequeno – como Caligraffiti e A Leitora – mal pagaria um centavo, já que dificilmente levaria dezenas de milhares de pessoas a um vídeo (o Caligraffiti tem de 1.000 a 1.500 acessos por dia). Mas não é assim que funciona: esta é a tabela de preços do Ecad e, pelo serviço de webcasting – no qual os blogs foram enquadrados – eles tiveram que pagar 7 UDAs (Unidades de Direito Autoral), o que resulta nos R$352,59.
…baseados em uma lei antiga…

A lei de direito autoral no Brasil data de 1998, quando a internet ainda estava começando a se popularizar no Brasil – e o YouTube nem existia. Na verdade, a própria lei nunca cita a internet: o máximo é considerar transmissão como difusão via “ondas radioelétricas; sinais de satélite; fio, cabo ou outro condutor; meios óticos ou qualquer outro processo eletromagnético”, o que envolve a internet.

Esta nova polêmica levantou a necessidade de uma nova lei de direito autoral – e ela vem sendo feita desde 2010. Nesse ano, o Ministério da Cultura, disposto a flexibilizar a lei, realizou consulta pública. Com a posse da ministra Ana de Hollanda em 2011, este projeto foi substituído por outro mais rigoroso, consolidado em anteprojeto apresentado no fim de 2011 à Casa Civil. Segundo a Folha, o anteprojeto favorece o Ecad ao reduzir ainda mais a fiscalização sobre a entidade. Não há prazo para o anteprojeto ser enviado ao Congresso.

E circulam duas outras propostas de reforma da lei que prevêem supervisão estatal para o Ecad. Uma delas, o projeto de Lei 3133/12 do deputado Nazareno Fonteles (PT-PI), propõe medidas mais flexíveis – no projeto, nem mesmo baixar filmes e músicas da internet é crime – e está sendo analisado pela Câmara.
…e que gera críticas até dos artistas.

Os músicos, compositores, intérpretes e afins — os beneficiados pelo Ecad — também carregam uma série de críticas ao modelo implementado pelo Ecad. Dezenas de músicos brasileiros — incluindo nomes mais antigos, como Jair Rodrigues e Ivan Lins, e novos nomes, como Tulipa Ruiz e Lucas Santtana — assinaram um manifesto para discutir a criação de uma “terceira via” para solucionar os problemas da lei dos direitos autorais brasileira. A ideia é criar um meio termo entre o debate daqueles que querem que a lei revista seja extremamente flexível e aqueles que entendem que o modelo atual defende os músicos.

Leoni, ao depôr contra a CPI do Ecad, em agosto do ano passado, fez duras críticas ao modelo criado pela entidade: segundo ele, o modelo de divisão é falho e favorece grandes corporações; a liberdade do Ecad em relação à Justiça e à cobranças do Governo é nefasta; e combate o argumento do Ecad de que quem estabelece os critérios de cobrança e arrecadação são os autores — segundo ele, tal valor foi definido, em caráter único, pelo Ecad.





O Ecad não é fiscalizado…

No Brasil, não existe qualquer entidade que fiscalize o Ecad. Como ele é um órgão privado, não precisa divulgar muitos detalhes sobre arrecadação e distribuição – eles só começaram a divulgar balanço anual em 2005. Segundo o senador Randolfe Rodrigues, “o Brasil é um dos poucos países no mundo que não têm nenhum tipo de fiscalização sobre a arrecadação de direitos autorais: de 136 países, só 20 não têm nenhum tipo de fiscalização”. Vários especialistas em direito autoral defendem que o Ecad seja supervisionado por órgão público. O Ecad, ao se pronunciar sobre o assunto, dizque não está sujeito à “ingerência do Estado”, e que os músicos sempre cuidaram da gestão de direitos “sem qualquer ajuda governamental”.
Em outros países onde empresas cuidam da coleta de direitos autorais, o negócio é diferente: no caso da Espanha, por exemplo, a Sociedad de Autores y Editores, que tem em sua sombra mais de 100 mil artistas, é fiscalizado pelo Ministério da Cultura do país. Na Colômbia, o órgão de recolhimento e distribuição é composto por autores e pelo governo. E nos EUA, o incentivo é para a decentralização de poder: a BMI (Broadcasting Music Inc) e a Ascap (American Society of Composers) gerenciam milhares de artistas, e a competição entre elas é estimulada.

…foi suspeito de envolvimento em diversas irregularidades…

O Ecad chamou a atenção do público em abril do ano passado, quando esquentava o debate sobre uma nova lei de direito autoral. Reportagem d’O Globo mostrou que o motorista Milton Coitinho dos Santos recebeu quase R$130.000 do ECAD por trilhas sonoras de filme que não compôs – e o dinheiro foi retirado por uma procuradora que era funcionária da entidade. Quatro semanas depois, a revista Época coletou dez histórias de fraudes e práticas questionáveis do Ecad: apropriação de ganhos judiciais, pagamentos abaixo do devido e até falsificação de assinaturas.

Audiência pública da CPI do Ecad, com Glória Braga e o senador Randolfe Rodrigues  

…está sendo investigado por duas CPIs…

O Ecad é alvo de duas Comissões Parlamentares de Inquérito: uma no Senado e outra na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). As duas CPIs do Ecad foram abertas em junho do ano passado. No Senado, foi criada pelo senador Randolfe Rodrigues para investigar denúncias de irregularidades, no escritório central e nas associações que o compõem. Durante as investigações, surgiram suspeitas de que o Ecad não estava se mantendo “sem fins lucrativos”: diretores e gerentes do escritório teriam recebido gratificações no total de R$500.000 em um ano. Também surgiram suspeitas de que fiscais da arrecadação estariam cobrando propinas.

A CPI no Senado até quebrou o sigilo fiscal do Ecad, mas se esvaziou: desde o final de outubro, as reuniões pararam de acontecer. A CPI da Alerj teve duração de seis meses e seu relatório final deve ser feito em parceria com a CPI do Senado. O prazo de entrega para o relatório final da CPI foi prorrogado para até maio deste ano.

…e não conta com nosso apoio.


Uma entidade sombria, que não presta contas ao Governo, é alvo de duas CPIs e arrecadou R$432,9 milhões apenas em 2010, quer tirar centenas de reais de blogs de pouco acesso. Uma entidade que em 2011 arrecadou R$2,6 milhões apenas por meio de direitos autorais no âmbito digital, se apoiando em uma leia arcaica para os tempos de internet, e pretende aumentar o número em 2012. Só podemos esperar que a revisão da lei dos direitos autorais, que ainda não tem prazo para surgir, tire grande parte dos poderes do Ecad.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Why?




 B.Y.O.B. 


Why do they always send the poor? 


Barbarisms by Barbaras 


With pointed heels 
Victorious victories kneel 
For brand new spankin' deals 


Marching forward hypocritic and Hypnotic computers 
You depend on our protection 
Yet you feed us lies from the tablecloth 


Everybody's going to the party have a real good time 
Dancing in the desert blowing up the sunshine 
Kneeling roses disappearing into Moses' dry mouth 
Breaking into Fort Knox stealing 
Our intentions 


Hangers sitting dripped in oil 
Crying freedom 
Handed to obsoletion 
Still you feed us lies from the tablecloth 


Everybody's going to the party have a real good time 
Dancing in the desert blowing up the sunshine 


Everybody's going to the party have a real good time 
Dancing in the desert blowing up the sunshine 


Blast off 
It's party time 
And we don't live in a fascist nation 


Blast off It's party time 
And where the fuck are you? 
Where the fuck are you? 
Where the fuck are you? 


Why don't presidents fight the war?
Why do they always send the poor? 
Why don't presidents fight the war? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 


Kneeling roses disappearing into Moses' dry mouth 
Breaking into Fort Knox stealing 
Our intentions


Hangers sitting dripped in oil 
Crying freedom 
Handed to obsoletion, Still you feed us lies from the tablecloth 


Everybody's going to the party have a real good time 
Dancing in the desert blowing up the sunshine 


Everybody's going to the party have a real good time 
Dancing in the desert blowing up the sun 


Where the fuck are you? 
Where the fuck are you? 
Why don't presidents fight the war? 
Why do they always send the poor? 
Why don't presidents fight the war? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor? 
Why do they always send the poor?


They always send the poor 
They always send the poor

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Haiti


"Haiti", composição dos músicos brasileiros Caetano Veloso e Gilberto Gil, do álbum Tropicália 2, de 1993, se mostra ainda atual. Aqui você confere a gravação original.

A música faz referência, dentre inúmeros assuntos inerentes, à Fundação Casa de Jorge Amado, localizada em Salvador (BA), organização não-governamental cujo objetivo é preservar o acervo do escritor brasileiro e tem também como missão a criação de um fórum permanente de debates sobre a cultura baiana – especialmente sobre a luta pela superação das discriminações raciais e sócio-econômicas. 
A atualidade da música também pode ser demonstrada pela ocorrência de atrocidades cometidas por rebeldes líbios, com o apoio da OTAN e o silêncio da ONU, contra uma maioria de negros imigrantes que trabalhavam em empresas estrangeiras na Líbia e agora são alvos de torturas, assassinatos, estupros. Uma verdadeira limpeza étnica já denunciada pela Anistia Internacional e outras organizações de direitos humanos, mas ignorada por grande parte da imprensa mundial.
Nesta versão da Banda Trampa, a música tem o peso do rock n´roll com a leveza da música erudita. O clipe, gravado inteiramente no centro e periferia de Brasília, capital do Brasil, mostra os contrastes do "nosso" Haiti.


Criado em 2008, o projeto Trampa Sinfônica é um espetáculo que une, em um único palco, a banda Trampa de rock´n roll com a Orquestra Sinfônica de Brasília Esse encontro entre dois estilos musicais tão distintos é também uma homenagem à memória do idealizador do projeto, o maestro Silvio Barbato (11/05/1959 – 01/06/2009), que estava à bordo do Airbus da Air France, que desapareceu no Oceano Atlântico durante o voo 447 em 2009.



Quando você for convidado pra subir no adro
Da Fundação Casa de Jorge Amado
Pra ver do alto a fila de soldados, quase todos pretos
Dando porrada na nuca de malandros pretos
De ladrões mulatos e outros quase brancos
Tratados como pretos
Só pra mostrar aos outros quase pretos
(E são quase todos pretos)
E aos quase brancos pobres como pretos
Como é que pretos, pobres e mulatos
E quase brancos quase pretos de tão pobres são tratados


E não importa se os olhos do mundo inteiro
Possam estar por um momento voltados para o largo
Onde os escravos eram castigados


E hoje um batuque um batuque
Com a pureza de meninos uniformizados de escola secundária
Em dia de parada
E a grandeza épica de um povo em formação
Nos atrai, nos deslumbra e estimula
Não importa nada:
Nem o traço do sobrado
Nem a lente do fantástico,
Nem o disco de Paul Simon
Ninguém, ninguém é cidadão
Se você for a festa do pelô, e se você não for


Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui


E na TV se você vir um deputado em pânico mal dissimulado
Diante de qualquer, mas qualquer mesmo, qualquer, qualquer
Plano de educação que pareça fácil
Que pareça fácil e rápido
E vá representar uma ameaça de democratização
Do ensino do primeiro grau
E se esse mesmo deputado defender a adoção da pena capital


E o venerável cardeal disser que vê tanto espírito no feto
E nenhum no marginal


E se, ao furar o sinal, o velho sinal vermelho habitual
Notar um homem mijando na esquina da rua sobre um saco
Brilhante de lixo do Leblon


E quando ouvir o silêncio sorridente de São Paulo
Diante da chacina
111 presos indefesos, mas presos são quase todos pretos


Ou quase pretos, ou quase brancos quase pretos de tão pobres
E pobres são como podres e todos sabem como se tratam os pretos


E quando você for dar uma volta no Caribe
E quando for trepar sem camisinha
E apresentar sua participação inteligente no bloqueio a Cuba


Pense no Haiti, reze pelo Haiti
O Haiti é aqui
O Haiti não é aqui

quinta-feira, 24 de março de 2011

Secretaria de Cultura do DF promove Pré-Conferências de Cultura

O circuito das Pré-Conferências que teve início no dia 26 de fevereiro na cidade de Samambaia e que reuniu 101 pessoas no salão da Escola CCI, conta, agora, com o número de 3012 participantes nas 21 cidades e 12 setoriais em que foi realizado, o que faz da III Conferência de Cultura, o evento com a maior mobilização cultural desde o Seminário de Cultura realizado nos anos 80 anos no Distrito Federal. Saiba mais em: http://www.conferenciaculturadf.blogspot.com/.


Ouça aqui a reportagem sobre as Pré-Conferências veiculada na Rádio Cultura FM, incluindo entrevista com o coordenador Nelson Gilles:

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Amanhã tem Encontros Latinos no Instituto Cervantes

Primeira edição do ano rende homenagem a Buena Vista Social Club

Buena Vista Social Club


O Instituto Cervantes, em parceria com a produtora Cosita Buena, apresenta o ciclo ENCONTROS LATINOS, música e cultura em espanhol. Um um espaço de integração entre as culturas através da projeção de documentários, filmes, exposições de fotografia, apresentações de dança e shows musicais ao vivo. A cada edição diferentes artistas se apresentarão mostrando um pouco da cultura do seu país.

Na abertura da programação 2011, Tributo ao Buena Vista Social Club. A noite começa às 19h, com a projeção de “The Sons of Cuba – Buena Vista Next Generation”. Na sequência, às 21h, show com a Banda Sonora Tropicante, que vai apresentar o melhor da música tradiconal cubana. E para fechar a noite, degustação de drinks típicos.

 PROGRAMAÇÃO
19h Cinema
The Sons of Cuba – Buena Vista Next Generation
Direção: German Kral | Documentário | 92 Min | Cuba | 2004
 Um verdadeiro passeio pela música cubana tradicional e moderna. Com produção de Wim Wenders, o mesmo diretor de "Buena Vista Social Club", e dirigido por German Kral. As músicas misturam elementos eletrônicos do Hip Hop e nomes como a rapper Telmary Diaz, o grupo pop Chiki Chaka Girls, Mayito Rivera (da banda Los Van Van) e Pedro "El Nene" Martinez (herdeiro do bolero).

21h Música
Tributo ao Buena Vista Social Club
Show com a Banda Sonora Tropicante (DF)
 A proposta da Sonora Tropicante é simples: no repertório o melhor da música caribenha, numa mistura “caliente” e explosiva; nos arranjos uma sonoridade rica que traz roupa nova ao tradicional e acrescenta os últimos sucessos da música latino-americana e do Caribe.

22h30 En el bar
Degustação de Mojito e Cuba libre 

Serviço
ENCONTROS LATINOS - Música e cultura em espanhol
TRIBUTO AO BUENA VISTA SOCIAL CLUB
12/02, 19h
Espaço Cultural Instituto Cervantes
Ingressos a R$ 10,00 à venda na Cafeteria do Instituto Cervantes.
Info. Eduardo Hinostroza | 8200-1622
Entrada Franca para os alunos e professores do Instituto Cervantes

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

É amanhã!!!


Rock e pop sem discriminação
18 anos
Toda sexta-feira, 22h, pela Rádio Cultura FM (100,9MHz)
www.cult22.com
 
 

 
Após passarem mais um ano divulgando shows e festas de rock pelo Distrito Federal e pelo mundo, chegou a hora de comemorar a maioridade:
 
CULT 22 - 18 anos (A Festa)
Sábado, dia 17 de outubro,
às 22h, no Gate´s Pub (403 Sul).
Rock e pop de todos os tempos com os DJs Marcos Pinheiro, Abelardo Mendes Jr. e o convidado Carlos Marcelo + telão com videoclipes.
Entrada: R$ 10,00 (até 0h) e R$ 12,00 (após). Entrada franca para os 20 primeiros que entrarem no Gate´s Pub
Mais informações: (61) 9972-9826 ou www.cult22.com
Classificação indicativa: 18 anos

História
Concebido pelos jornalistas Marcos Pinheiro e Carlos Marcelo, 
o programa Cult 22 estreou pela Rádio Cultura FM (100,9MHz) no dia 4 de outubro de 1991 com a proposta de tocar o rock e o pop de todos os tempos, em variados estilos. Daí, seu slogan “Rock e pop sem discriminação”, onde pode-se ouvir, ao longo dos programas, do rockabilly ao death metal, passando pelo progressivo, psicodélico, glitter, hard, heavy metal, punk, gótico, garage bands, grunge, alternativo ou, simplesmente, o pop.
Desde sua criação, o Cult 22 nunca mais deixou de ser transmitido, sempre semanalmente, todas as sextas-feiras, às 22h, com quadros diversos, informações, promoções, entrevistas, agenda de shows e muito mais! A partir de 
fevereiro de 2003, o programa passou a ser produzido e apresentado por Marcos Pinheiro e Abelardo Mendes Jr. E, em abril de 2006, passou a ter três horas de duração.

Mais informações: www.cult22.com  
 
P.S.: eu vou, porque a festa é do chefe, hehehe =)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Festival República Blues em Brasília

Acontece hoje a festa de lançamento do Festival República Blues no O´Rilley.

Nos próximos dias 09, 10 e 11 de outubro o calendário cultural de Brasília se incrementa com a volta do BSB Blues Festival, o maior festival de blues do Centro-Oeste, realizado pelo Clube do Blues de Brasília e agora nominado FESTIVAL REPÚBLICA BLUES.





Nestas datas, o “República” traz ao gramado do complexo cultural da FUNARTE, a partir das 19h e ao Teatro de Arena do CAVE no Guará II, a partir das 16h, um festival com novidades que vão desde a franquia ao público aos locais dos shows, ao oferecimento, também gratuitamente, de workshops de gaita, com Flávio Guimarães, de Bateria, com Cláudio Infante, de técnica vocal, com Taryn Szpilman, de percussão, com Johnny Rodergas e de guitarra, com o americano Eddie C. Campbell, além da palestra sobre “História do Blues”, com o Editor da revista Blues N’ Jazz, todos com seus nomes respeitados dentro de suas áreas de atuação.



As atrações são apresentadas em um leque bastante amplo. Serão mais de 60 músicos envolvidos nas atrações do Festival, que este ano leva também ao Guará, a mesma estrutura que será apresentada no Gramado da FUNARTE, inclusive com uma das atrações gringas, o americano Eddie C. Campbell, além do respeitado guitarrista angolano / brasileiro Nuno Mindelis, já considerado pela revista Guitar Player americana como o melhor guitarrista de blues do mundo, na categoria independente.

Como já é tradição, o festival mantém a abertura de oportunidades aos músicos locais. Nos três dias de festival e nos dois palcos se revezam desde a novata “Casa Vermelha”, jovens músicos com idades entre 20 e 24 anos que começam a se destacar na cena, passando por “veteranos” como Ligação Direta, Oficina Blues e Brazilian Blues Band, para citar alguns dos músicos locais que tocarão no Festival.
As inscrições para os workshops gratuitos, com vagas limitadas, e mais informações serão disponibilizadas através do site www.festivalrepublicablues.com.br.

A produção do evento pede a doação de livros e revistas que serão doados a bibliotecas públicas do Distrito Federal.

Contato através dos números (61) 8443-2824 e (61) 9554-3984.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Selvagem?

Segundo informações do site Congresso em Foco, o deputado e delegado Laerte Bessa, surpreendeu a todos ontem com uma demonstração de, digamos, virilidade máscula, ao chamar a platéia pra briga.

Uma colega que não estava ali para cobrir o evento, mas apenas para curtir o show da maravilhosa Elza Soares que viria em seguida, descreveu como "inacreditável" toda a cena. Segundo ela, testemunha ocular e "auricular" do espetáculo dantesco do puliça, "a cada frase o queixo de todos ia caindo mais ainda".

O resumo da história é que foi dele a liberação do recurso para a realização do evento e, sendo chamado ao palco, começou a ouvir de um grupo de pessoas as famosas vaias que atingem todo e qualquer político em um evento do tipo. Ao invés de ignorar e usar do jogo de cintura que a situação exige, ele chamou a platéia de "frouxos" e afirmou que "nunca mais daria seu dinheiro (sic) para um evento desse tipo", já que ele preferia fazer "sertanejo". Demonstrando claramente, dentre outras coisas, a postura típica dos que se apropriam das verbas públicas, chamando para si a propriedade sobre o recurso liberado.

E emendou chamando os mais insistentes, conforme a vaia aumentava, para que encontrassem com ele "lá fora", já que ele era "delegado de polícia" e como tal, cansou de prender "vagabundos" como os que ali estavam.

Bem, estou esperando alguém postar no Youtube essa cena sen-sa-cio-nal para colocar aqui. Enquanto isso, vai a música sucesso dos anos 80 dos Paralamas que "ilustra" bem o espanto que "está nos olhos de quem vê o grande monstro a se criar"...



Volver a la realidad

Após merecidas férias do mundo "virtual" para viver um pouco do mundo "mui concreto" em meio aos ajustes finais da construção da minha casa, no que deveria ser exclusivamente lua-de-mel (sim, casamos no dia 18, eu e Felipe Castro que também colabora por aqui), volto ao blog decidida a implementar um marco divisório entre a produção deste (como outros blogs, uma espécie de coluna de opinião) e as coberturas jornalísticas que fazemos eu e parte dos que colaboram com o Substantivu Commune.

A partir de agora esse blog perderá alguns de seus artigos que serão transferidos aos poucos para um novo blog de cobertura jornalística. Nele, serão colaboradores apenas jornalistas, por formação ou profissão, mas jornalistas de fato. Os articulistas continuarão por aqui, incluindo eu, claro. E serão aplicadas algumas mudanças no visual, mas sem deixar de manter o link entre este e o novo blog de forma transparente.

O Substantivu Commune nasceu despretensiosamente, apenas para que eu pudesse ter um espaço virtual e, provavelmente eterno (é o que me diz o Google), de registro do que vejo, digo, penso. Aos poucos outros colaboradores passaram por aqui enviando seus textos e alguns permanecem até hoje. Claro que ele tem uma "linha editorial" perceptível para quem se detém por alguns minutos em sua leitura. Tendencioso? Bem, se começarmos a analisar a partir do próprio título do blog, dá pra imaginar algumas coisas, mas não era essa a intenção inicialmente. Claro que tenho uma orientação política, porém, nem sempre ela é exatamente a mesma de outras pessoas que aparecem por aqui. E há tempos que esse espaço deixou de ser só meu.

Com a reformulação, iremos postar também as devidas apresentações dos colaboradores, dizendo quem são e o que fazem e separando seus textos em blocos diferentes para facilitar a busca. Além disso, com toda essa discussão sobre diploma de jornalismo e a especificidade da profissão, decidi por dividir os textos jornalísticos em outro espaço como forma de demonstrar, na prática, a diferença entre opinar e cobrir/apurar/publicar um fato. E, claro, as dificuldades de se manter isento durante esse processo. Outro motivo, é a oportunidade de se consolidar uma equipe jornalística, que possibilite delinear melhor as editorias e assim dividir a tarefa de cobrir assuntos diferentes. Sim, estamos formando uma equipe e virão muitas novidades por aí.

E falando em cobertura, claro que venho acompanhando os noticiários e blogues pelo mundo, mas me abstive de comentários e até da participação efetiva em vários movimentos. Aproveitei as férias laborais para colocar a vida em ordem. Por isso me surpreendi ontem com a triste notícia da morte de Mercedes Sosa.

Pensei nas linhas da vida da gente que se entrelaçam de forma misteriosa. No dia do meu casamento, com a participação de Márcia Veras e do violonista Eustáquio Pereira, a cantora animou a todos fazendo-os se aventurarem ao microfone. Embalados (literalmente, já que casamos na Barca Brasília) pela noite emocionante, entre poucos mas especialíssimos familiares e amigos, alguns de nós nos encorajamos a arriscar a voz. Isso porque vencer Márcia Veras nesse quesito é tarefa impossível. Em meio à brincadeira, acabei cantando "Volver a los 17", música que tem um significado imenso pra mim. Foi tão marcante que um companheiro e padrinho de casamento chegou a dizer que o evento foi um momento imperdível de ver o "homem duro do partido" (leia-se: meu pai), chorando emocionado, não só ele mas todos que estavam na barca. Obviamente não pela minha linda voz, mas pelo significado que essa canção contém, por sua história, pela importância das próprias Violeta Parra e Mercedes Sosa para a história da América Latina (repectivamente compositora e intérprete da música).

Cantoras como elas são quase "trilha sonora oficial" das lutas sociais. Quando Mercedes despontou efetivamente como crítica da ditadura instaurada em 1976, eu estava nascendo. No entanto, cresci com sua voz como referência de força combativa e poética dos povos indígenas. E não só deles, mas de todos os povos oprimidos, especialmente dos latinoamericanos. Os argentinos costumam dizer que Carlos Gardel, falecido em 1935, canta melhor a cada dia. Acredito que assim também Mercedes será lembrada. Encerro com ela, portanto, um ciclo neste blog e inicio o outro com a trilha sonora que embalou minha vida militante e que simboliza, por um lado, a impossibilidade de retorno ao passado e, por outro, a capacidade infinita do amor em todas as suas formas.


Y cuando vengan los diasE quando vier os dias
Que nosotros esperamos Que nós esperamos
Con todas las melodias Com todas as melodias
Haremos un solo canto. Faremos um só canto
El cielo sera celeste O céu será celeste
Los vientos habran cambiado Os ventos mudarão
Y nacera un nuevo tiempo E nascerá um novo tempo
Latinoamericano. Latino-americano

(trecho de Venas Abiertas)




quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Você sabe o que é Flash Mob?

O termo é antigo mas a internet inovou a expressão para indicar as aglomerações instantâneas produzidas por um grande grupo de pessoas que, depois de uma determinada performance - que vai desde uma guerra de travesseiros até mesmo uma manifestação política ambiental, por exemplo - rapidamente se dispersam. No vídeo abaixo, uma multidão, induzida e orientada por um grupo de fãs do Black Eyed Peas, é levada a executar a coreografia de uma música da banda. O efeito é sensacional.


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Seletiva Porão do Rock

A ONG Porão do Rock divulgou nesta segunda-feira (10 de agosto) a lista das 16 bandas que participarão da Seletiva Brasília, nos dias 15 e 16 de agosto (sábado e domingo), na Torre de TV, com entrada franca.

O evento, como já publicamos antes, contará com o reforço de quatro bandas nacionais abrindo e fechando a programação de cada dia. No sábado (15/8), os shows começarão às 19h com o trio carioca Autoramas e terminam por volta da 1h com o quarteto brasiliense Raimundos.

No domingo, às 18h, o Ratos de Porão (SP) dará início aos trabalhos e o trio gaúcho de death metal Krisiun encerra, por volta da meia-noite.

Cada uma das 16 bandas concorrentes tocará por até 15 minutos e será avaliada por um corpo de jurados, que levarão em conta a performance de palco, harmonia entre os músicos e comunicação com o público.

O voto popular também contará pontos e já foi decisivo em outras seletivas realizadas anteriormente. As quatro melhor classificadas garantem vaga no Festival Porão do Rock, previsto para os dias 19 e 20 de setembro.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Me encontrem lá hoje

Não bastasse ter feito uma música com meu nome, Tibério Gaspar é uma simpatia e concedeu à Rádio Cultura FM uma entrevista bem bacana onde conta, por exemplo, como foi estar entre os finalistas de festivais de música que embalaram os anos 70 e 80.



A convite de músicos e amigos de muitos anos, o poeta, compositor, diretor e produtor musical Tibério Gaspar, criador de “Sá Marina”, “Teletema”, “Juliana” e “BR-3”, as mais conhecidas dentre mais de 300 obras gravadas e consagradas na história da música popular brasileira, está voltando a Brasília para se apresentar, no próximo dia 17 de julho, 6ª feira a partir das 19h30.

Neste ano, Tibério percorrerá todo o Brasil, em viagens comemorativas de seus mais de 40 anos de carreira artística, cantando suas canções que já foram registradas nas vozes de Elis Regina, Wilson Simonal, Tim Maia, Agostinho dos Santos, Zizi Possi, Maysa e outros importantes intérpretes nacionais, bem como, no exterior, por Stevie Wonder, Herb Albert & Tijuana Brass, Sérgio Mendes e Toots Thielemans.

A par de divulgar seu recente cd “Tibério canta Gaspar”, em que reúne dez composições inéditas com novos parceiros e releituras de suas músicas mais famosas da célebre parceria com Antônio Adolfo, Tibério Gaspar vem contando, em suas andanças musicais, parte de sua experiência de vida, as belezas e agruras do autor, que insiste em retratar seu tempo com o olhar privilegiado do poeta. Será oportunidade rara de ouvir, em ambiente restrito e do próprio autor, relatos e interpretações do que há de melhor na história musical de nosso País.


Serviço:

Tibério Gaspar – voz e violão
6ª feira – 19h30

Café com Letras
CLS 203 – Bloco C – loja 19

Telefones para reservas: 3322-4070/3322-5070
Couvert: R$ 20,00

Recomendado para maiores de 16 anos


Palhinha (para ver e ouvir):



segunda-feira, 13 de julho de 2009

E, antes que eu me esqueça...

HOJE É O DIA MUNDIAL DO ROCK!!!

Há exatos 24 anos, o rock mundial pegou em armas contra a fome. Não foram usadas bazucas ou metralhadoras, mas guitarras, baixos e baterias: era o festival Live Aid, organizado pelo cantor e ativista Bob Geldof – o personagem Pink do filme The Wall – para arrecadar fundos destinados aos famintos na Etiópia. Dividido entre palcos nos estádios Wembley, em Londres, e JFK, na Filadélfia, o evento reuniu um batalhão de estrelas – entre elas, Paul McCartney, Madonna, David Bowie, Queen, U2 e um Led Zeppelin reunido para a ocasião – a banda havia sido dissolvida cinco anos antes, com a morte do baterista John Bonham. Desde então, o 13 de julho é lembrado como o Dia Mundial do Rock.

E, em homenagem à esse dia tão lindo... TOCA RAULLLLLLL!!!!! :)


Rock do Diabo

Raul Seixas

Composição: Raul Seixas / Paulo Coelho


Me dê um porco vivo
Para eu encher minha pança
Três quilos de alcatra
Com muqueca de esperança...

Diabo!
O diabo usa capote
É Rock! É Toque! É Forte!
Diabo!
Foi ele mesmo
Que me deu o toque...

Enquanto Freud
Explica as coisas
O diabo fica dando toque...

Existem dois diabos
Só que um parou na pista
Um deles é do toque
O outro é aquele do exorcista...

Diabo!
O diabo usa capote
É Rock! É Toque! É Forte!
Diabo!
Foi ele mesmo
Que me deu o toque
Huuuum!...

Enquanto Freud
Explica as coisas
O diabo fica dando os toque...

Mamãe disse a Zequinha
Nunca pule aquele muro
Zequinha respondeu
Mamãe aqui tá mais escuro...

Diabo!
O diabo usa capote
É Rock! É Toque! É Forte!
Diabo!
Foi ele mesmo que
Me deu o toque...

Enquanto Freud
Explica as coisas
O diabo fica dando os toque...

O diabo é o pai do rock!
O diabo é o pai do rock!
Então é very god rock!
O diabo é o pai do rock
Enquanto Freud explica
O diabo dá os toque...



VÍDEO ANTOLÓGICO ABAIXO :

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Que pena

Minha geração passou a vida ouvindo, vez por outra e em ocasiões diversas, esse cara cantar e dançar. Eu prefiro ficar com a parte das lembranças que são realmente boas de lembrar. A sequência de entrevistas abaixo, é bem interessante para ver como ele era. Mas no youtube tem outros, inclusive um para o 60 Minutes em que ele relata a violência policial sofrida quando foi preso por acusação de pedofilia.


quinta-feira, 16 de abril de 2009

Convite do Haroldinho Mattos

O Café da Rua 8 convida os destinatários dessa curta missiva eletrônica a apreciar o pocket show do duo acústico Blues de Bolso que terá lugar em suas dependências na noite deste sábado próximo (18/04/2009) a partir das 21 horas.

Pra quem achava que a velha dupla tinha pendurado as chuteiras e guardado as violas em seus gastos cases, que espalhem a notícia: Eles voltaram!!! O duo mais endiabrado da cidade encontrou uma encruzilhada e refez o contrato vitalício, só que agora com os anjos. Assim sendo, eles receberam carta branca e irão espalhar o blues em sua forma básica para deleite dos ouvintes. Nosso Haroldinho Mattos azeitou as cordas de sua miniviola e Bemol poliu seu Dreadnought e tomou umas duas doses de Bourbon do delta para entoar pérolas do cancioneiro ribeirinho norte-americano, aproveitando para passear por clássicos do Rock´n roll, acordando o velho titã grego a fim de que continue rolando a pedra ladeira abaixo.

Esperamos você(s).

Blues de Bolso
Café da rua 8 CLN 408 Bloco B Loja 20
Sábado, 18/04 às 21h
Telefone: 3347.8334
Couvert a R$ 8,00 por pessoa


sábado, 1 de novembro de 2008

Cuesta Abajo

Para o companheiro Eduardo Rocha (de Guarulhos, SP), que nos surpreendeu com seus talentos de cantor de tangos e boleros durante a confraternização pós-reunião do DN em Brasília. Essa, de Carlos Gardel, me deixou emocionada porq há anos ouvi um grande amigo cantar essa música e, como ele já não está aqui, essa é a última imagem que tenho dele.

Mas acho que agora ela diz muito sobre o sentimento de velhos comunistas diante de resoluções que alguns membros do partido querem nos fazer engolir a seco sem nem uma vodka pra rebater..
.


Cuesta Abajo

Si arrastré por este mundo
La verguenza de haber sido
El dolor de ya no ser
Bajo el ala del sombrero.
Cuántas veces, embozada,
Una lágrima asomada yo no pude contener

Si crucé por los caminos
Como un paria que el destino
Se empeño en deshacer

Si fui flojo, si fui ciego,
Solo quiero que hoy comprenda
El valor que representa el coraje de querer.

Era, para mi la vida entera
Como un sol de primavera
Mi esperanza y pasión,
Sabía que en el mundo no cabía.
Toda la humilde alegra de mi pobre corazón

Ahora cuesta abajo en mi rodada
Las ilusiones pasadas
Ya no las puedo arrancar.
Sueño, con el pasado que añoro,
El tiempo viejo que hoy lloro
Y que nunca volverá

Por seguir tras de sus huellas
Yo bebí incansablemente.
En la copa de dolor

Pero nadie comprendía
Que si todo yo le daba
En cada vuelta dejaba
Pedazos de corazón.

Ahora triste en la pendiente,
Solitario y ya vencido,
Yo me quiero confesar,
Si aquella boca mentía,
El amor que me ofrecía,
Por aquellos ojos brujos
Yo habra dado siempre más

Era, para mi la vida entera
Como un sol de primavera
Mi esperanza y pasión,
Sabía que en el mundo no cabía
Toda la humilde alegra de mi pobre corazón

Ahora cuesta abajo en mi rodada
Las ilusiones pasadas
Ya no las puedo arrancar

Sueño, con el pasado que añoro,
El tiempo viejo que hoy lloro
Y que nunca volverá

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