"Se não estás prevenido ante os meios de comunicação, te farão amar o opressor e odiar o oprimido" Malcom X
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Cinema nacional: marca de 500 longas é ultrapassada pela Petrobrás

A Petrobras acaba de ultrapassar a marca de 500 longas-metragens patrocinados desde Carlota Joaquina, filme de 1994 que representa o início da retomada da produção brasileira. A empresa se tornou a principal incentivadora do cinema nacional e foi uma das principais responsáveis pela recuperação do setor no país.
Entre os 500 longas patrocinados pela Petrobras, estão grandes produções brasileiras como O Quatrilho, Tieta, O que é isso, companheiro?, Cidade de Deus, Carandiru, Se eu fosse Você, Tropa de Elite, Saneamento Básico e Meu Nome Não é Johnny.
Para celebrar o novo marco, a Petrobras convidou Ronaldo Fraga, um dos mais renomados estilistas do país, para fazer uma performance utilizando a linguagem do cinema na abertura da Mostra de Cinema de Tiradentes, festival patrocinado pela Companhia, no dia 21 de janeiro.
Famoso por usar referências da cultura brasileira nas suas coleções, o estilista recebeu da Petrobras a missão de unir moda e cinema.
A performance do estilista na abertura da Mostra de Cinema de Tiradentes dará início a uma série de comemorações pela marca de mais de 500 longas patrocinados, que se estenderá por outros eventos apoiados pela Petrobras ao longo de 2011.
Com o Programa Petrobras Cultural (PPC), são lançados anualmente editais para produção de filmes de longa e de curta-metragem, difusão em salas de cinema e outras iniciativas de estímulo à produção cinematográfica brasileira. A Companhia também patrocina mais de vinte festivais de cinema por ano em todas as regiões do país, o que contribui para a formação de novas platéias, além de estimular a reflexão sobre o cinema e a cultura nacional.
Criado em 2003, o PPC já teve sete edições, abrangendo 77 áreas de seleções públicas, destinando R$ 311 milhões a 1.278 projetos contemplados. Na edição 2010 do PPC, foram destinados mais de R$ 27 milhões para o setor audiovisual, incluindo projetos de produção, difusão de filmes e festivais de cinema.
Em 2011, o Programa destinará mais R$ 6 milhões para projetos de difusão de filmes e festivais de cinema. As inscrições estão abertas até o dia 21 de janeiro no site: www.hotsitespetrobras.com.br/ppc.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Lula rebate acusações do TCU sobre a Petrobrás

Lula sancionou o orçamento de 2010 incluindo obras do PAC que estão na "lista negra" do TCU. Ouça a entrevista, feita com um técnico do orçamento da Câmara para a Rádio Cultura FM:



quinta-feira, 16 de julho de 2009

Ainda bem que não fui

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) criticou hoje a passeata liderada pela UNE (União Nacional dos Estudantes) contra a CPI da Petrobras. Indiretamente, ele disse que a entidade trabalha em apoio ao governo.

Buarque é favorável à mobilização dos jovens, mas questiona a manifestação contra a comissão de inquérito.

"Fico feliz em ver estudante protestando, mas estudante que faz
protesto contra CPI é estudante que faz política velha", afirmou.

"Se você fizer uma pesquisa com estudantes, não os da UNE, eles vão responder que querem investigações".
Após a realização do encontro dos estudantes do ProUni (Programa Universidade para Todos), universitários do Congresso da UNE, iniciaram uma passeata, saindo da Catedral de Brasília em direção ao Congresso. A mobilização se diz a favor do pré-sal e contra a CPI da Petrobras. "Nós sabemos que essa luta pelo pré-sal é necessária", disse Lúcia Stumpf, presidente da entidade estudantil.

Quando perguntada a respeito das denúncias contra Sarney, ela disse que defende o trabalho do parlamento e dos trabalhos de investigação e reforçou que que "a UNE não tem compromisso com qualquer parlamentar".
Nesta quinta-feira, um grupo de estudantes fez um protesto no Senado pedindo a saída de Sarney. Cada um dos manifestantes vestia uma camiseta com uma letra para formar a frase: "Fora Sarney". Eles circularam pelos corredores das comissões do Senado, mas foram convidados a deixar o prédio.

Os estudantes, que tinham pizzas escondidas em suas mochilas, gritavam "Fora safado, devolve o Senado" e "Fora Sarney", enquanto eram levados para a saída do Congresso.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Blog da Petrobras x imprensa

A Petrobras lançou há poucos dias um blog em que responde, publicamente, mas "contornando" a grande mídia, muitas das perguntas até então sem resposta ou que vêm sendo manipuladas pela imprensa. É um verdadeiro "olé" nos jornalistas. Infelizmente, é preciso separar o joio do trigo, a ética jornalística não vem sendo observada no que se refere às notícias em torno da Petrobras, inclusive no que diz respeito à rotinas tão elementares quanto a apuração antes da veiculação da notícia. E essa decisão é inédita na história de uma empresa desse porte.

A iniciativa de se publicar um veículo tão prosaico como um "blog", acessível a qualquer cidadão, pode tomar proporções ainda inimagináveis no que tange à comunicação corporativa pública. Para se ter uma idéia, o Blog da Petrobras, em menos de quinze dias, já tem mais de 85.000 acessos.

A estratégia da Empresa Brasileira de Petróleo visa, como diz o próprio blog, "apresentar fatos e dados recentes da Petrobras e o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)" mas também aproveita para responder uma a uma todas as matérias que vem sendo veiculadas pela mídia, tanto impressa quanto televisiva.

Em um dos posts, o blog argumenta contra afirmações das "meninas do Jô" feitas no último programa e também à matérias veiculadas no Correio Braziliense e Folha de SP.

Para quem quiser ler a versão da Petrobras acerca das acusações quem vem recebendo, acesse:

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Crise à vista para o presidente Lula. Petrobrás não tem como atender à alta na demanda de gás.

Presidente da empresa diz que já vem alertando as distribuidoras desde o início da crise

Estadao online
Por Kelly Lima, Irany Tereza e Nicola Pamplona

O presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, admitiu ontem, em entrevista em Londres, que a companhia não tem como atender ao crescimento da demanda por gás natural no curto prazo e disse que vem alertando as distribuidoras desde o início da crise da Bolívia. "Hoje, se tivermos de manter o crescimento no consumo de gás, vamos ter algumas dificuldades em entregar o volume além do contrato. A indústria de gás não é como um supermercado em que você vai lá e compra." Em entrevista à BBC de Londres, Gabrielli mais uma vez reconheceu que a tendência, a médio e longo prazos, será que o consumidor pague mais caro pelo gás natural. No Rio, a diretora de Gás e Energia da estatal, Maria das Graças Foster, seguiu a mesma linha, ao afirmar que o "preço do gás tem de pagar o custo de exploração e produção" do produto. Segundo ela, a Petrobrás já vem adotando uma estratégia de elevar o preço, ao reajustar trimestralmente seus contratos, após dois anos de descontos. Para o consumidor final, porém, o preço é fixado pelas distribuidoras.

Os dois executivos criticaram também o preço do gás natural veicular (GNV) no País. "Para mim é absolutamente claro que o preço do GNV nas bombas não corresponde à realidade", disse Graça. Ontem, a oferta do combustível nos postos do Rio foi retomada por força de liminar. Para Graça, a opção da CEG de cortar o GNV em 89 postos, em vez de negociar a substituição do combustível com seus clientes, como fez a Comgás, é "incompreensível". "É razoável se pensarmos que o GNV pode ser substituído tanto por álcool quanto por gasolina, mas nos parece mais difícil fazer o corte em tantos pontos, em vez de fazê-lo em apenas um ou dois clientes." Segundo ela, CEG e Comgás foram avisadas ao mesmo tempo, mas a distribuidora carioca não adotou um plano de contingência.

Gabrielli também afirmou que as distribuidoras não foram surpreendidas pela medida. "Essa discussão não é nova. Ela tem sido feita há muito tempo, pelo menos um ano e meio. Desde que começou a crise com a Bolívia essa discussão ocorre com as indústrias e as distribuidoras do Rio e de São Paulo."A Petrobrás decidiu recorrer da decisão judicial que a obrigou a retomar os volumes anteriores de fornecimento à CEG. Segundo Gabrielli, as negociações com as distribuidoras estavam ocorrendo há quatro meses, com necessidade de ajuste do volume de gás contratado. "Eles (CEG e Comgás) estavam tirando mais gás do que o previsto no contrato com a Petrobrás. Estávamos discutindo contratos mais flexíveis, com planos alternativos para os consumidores. Mas isso não depende da Petrobrás. Não temos como administrar a entrega do gás até o consumidor final. Isso é responsabilidade da distribuidora estadual."

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